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Por que muitos pais chineses costumam tratar os filhos como pilares da sua vida futura? Por trás disso, na verdade, não se trata apenas de um problema familiar, mas também de uma questão de estrutura social. Em muitos casos, responsabilidades que deveriam ser assumidas pelo sistema social, como a segurança na aposentadoria, a sensação de segurança na vida e o espaço para o desenvolvimento pessoal, foram transferidas a longo prazo para o núcleo familiar, que por sua vez transfere essa pressão para os filhos. Assim, conceitos como “criar filhos para envelhecer” e “sacrificar tudo pelos filhos” são continuamente reforçados, tornando-se lentamente uma exigência moral aparentemente natural. Ao mesmo tempo, muitos pais preferem aceitar essa narrativa, em vez de refletir sobre ela. Porque, uma vez que acreditam que “a sociedade é assim mesmo”, “todos vivem assim” ou que “a filialidade é uma obrigação divina”, isso não só torna as escolhas de vida mais razoáveis, como também legitima o controle e as expectativas sobre os filhos. Assim, muitas demandas são disfarçadas de amor e responsabilidade, como “faço tudo por você”, “já sacrifiquei tanto por você” ou “deve ser filial aos pais”. À primeira vista, é uma questão de laços familiares, mas muitas vezes também se transforma numa pressão emocional ou até num sequestro emocional. Sob essa perspectiva, tratar os filhos como pilares da vida não é apenas uma escolha familiar, mas uma relação moldada conjuntamente pela estrutura social, pelas ideias culturais e pelos interesses reais: a sociedade alivia suas próprias responsabilidades, os pais obtêm legitimidade moral, e as pessoas que realmente suportam a pressão e as expectativas costumam ser a próxima geração.