o que é TUSD

TrueUSD (TUSD) é uma stablecoin lastreada 1:1 ao dólar americano, criada para integrar tokens on-chain ao dinheiro fiduciário depositado em contas bancárias. Por ser uma stablecoin, seu valor permanece alinhado ao de uma moeda fiduciária específica, o que a torna eficiente para operações de trading e pagamentos. A TUSD mantém reservas em dólar americano sob custódia fiduciária, passando por auditorias regulares. Após concluir a verificação KYC (Know Your Customer), o usuário pode emitir ou resgatar TUSD na proporção de 1:1. A TUSD é amplamente utilizada para proteção de risco, como unidade de conta e para transferências de valor entre diferentes blockchains.
Resumo
1.
Posicionamento: Stablecoin. TUSD é uma stablecoin lastreada em USD, com paridade 1:1 ao dólar americano, projetada para oferecer aos usuários armazenamento de valor confiável e meio de troca, com cada token respaldado por reservas reais em USD.
2.
Mecanismo: Emissão centralizada com mecanismo de auditoria. TUSD é emitido pela TrustToken e mantém parcerias com bancos e instituições fiduciárias. Auditorias regulares de terceiros garantem a estabilidade, e a plataforma implementa procedimentos de KYC e AML com análise de transações para mitigação de riscos.
3.
Oferta: Oferta variável. O fornecimento de TUSD se ajusta conforme a demanda de emissão e resgate, com circulação atual em torno de 495 milhões de tokens. Embora teoricamente ilimitada, a oferta real é limitada pelas reservas em USD — cada TUSD emitido deve ser respaldado por ativos em USD correspondentes.
4.
Custo e Velocidade: A velocidade e as taxas de transação dependem do blockchain subjacente. TUSD opera em múltiplas redes (Ethereum, Polygon, etc.), com velocidade e taxas moderadas no Ethereum, e transações rápidas com baixas taxas em soluções de Layer 2 como a Polygon. Como stablecoin, a volatilidade de preço é mínima (24h: -0,01%), sendo adequada para transferência de valor.
5.
Destaques do Ecossistema: Implantação multi-chain e suporte em exchanges. TUSD está disponível na Ethereum, Polygon, BNB Chain e outras blockchains, podendo ser gerenciado por MetaMask, Trust Wallet e outras wallets populares. Listado nas principais exchanges como Binance, Huobi e OKEx, com pares de negociação em fiat e cripto. Relatórios públicos de auditoria fornecem confiança institucional.
6.
Aviso de Risco: Riscos de centralização e regulação. Como uma stablecoin centralizada, a TUSD depende das operações da TrustToken e de suas parcerias bancárias; qualquer problema pode afetar o valor do token. Verificações frequentes de KYC/AML e análise de transações podem limitar a privacidade do usuário e a liberdade de negociação. Stablecoins enfrentam regulação global cada vez mais rígida, com algumas jurisdições podendo restringir o uso. Além disso, o volume de negociação atual é baixo (US$ 2,16 milhões em 24h), indicando liquidez limitada.
o que é TUSD

O que é TrueUSD?

TrueUSD (TUSD) é uma stablecoin pareada 1:1 com o dólar americano, desenvolvida para manter seu valor on-chain o mais próximo possível de US$1. Stablecoins são criptomoedas com volatilidade mínima, acompanhando o valor de uma moeda fiduciária — neste caso, o dólar americano. Elas são amplamente utilizadas para pares de negociação, proteção contra volatilidade do mercado e liquidação de pagamentos.

O TrueUSD mantém sua paridade ao custodiar reservas em dólar americano em contas bancárias e de trustes, passando por auditorias regulares e cumprindo exigências regulatórias. Após concluir o KYC (Know Your Customer, ou verificação de identidade) e os procedimentos de AML (Anti-Money Laundering), o usuário pode emitir ou resgatar tokens na proporção 1:1, garantindo que a oferta circulante sempre corresponda ao valor real em dólares americanos em reserva.

Quais são o preço, o valor de mercado e a oferta circulante atuais do TrueUSD (TUSD)?

Em 5 de janeiro de 2026 (segundo os dados de referência fornecidos), o TUSD está cotado em cerca de US$0,9984, com oferta circulante de 494.515.083 tokens e oferta total de 495.202.000 tokens. O valor de mercado é de aproximadamente US$494.409.676,80, representando cerca de 0,014% do mercado cripto global. O volume negociado em 24 horas está em torno de US$2.162.543,40. Sobre a variação de preço: queda de -0,026% em 1 hora, queda de -0,010% em 24 horas, baixa de -0,080% em 7 dias e alta de 0,110% em 30 dias.

O valor de mercado é calculado multiplicando o preço do token pela oferta circulante, servindo como indicador do tamanho total do mercado desse ativo. A oferta circulante representa a quantidade de tokens disponível para negociação. Os preços das stablecoins normalmente oscilam levemente em torno de US$1, influenciados principalmente pela dinâmica de oferta e demanda e pelo mecanismo de emissão/resgate.

Quem criou o TrueUSD (TUSD) e quando?

O TrueUSD foi lançado pela equipe da TrustToken em 6 de março de 2018. Seu objetivo principal é oferecer uma stablecoin de dólar americano transparente e em conformidade, utilizando parcerias com bancos e empresas de truste para custodiar as reservas. Auditorias regulares e um arcabouço jurídico garantem aos detentores segurança regulatória e proteção legal.

O projeto dá grande ênfase aos processos de KYC e AML para mitigar riscos financeiros e de compliance. O compromisso com a transparência diferencia o TUSD de outras stablecoins do mercado — com auditorias frequentes e atestados públicos.

Como funciona o TrueUSD (TUSD)?

O mecanismo central do TrueUSD é o processo de emissão e resgate. A emissão ocorre quando o usuário conclui o KYC e deposita USD em uma conta de custódia designada, recebendo o valor equivalente em tokens TUSD. O resgate consiste na devolução do TUSD para reaver o valor correspondente em USD. Esse fluxo garante que a oferta do token aumente ou diminua conforme a entrada e saída real de dólares, mantendo sempre o lastro integral.

Dois fatores principais sustentam a paridade: auditorias/custódia das reservas (assegurando saldo suficiente em USD) e arbitragem de mercado. Se o TUSD negociar abaixo de US$1, arbitradores compram TUSD a preço reduzido e resgatam por US$1, elevando o preço. Se negociar acima de US$1, usuários podem emitir mais TUSD para vender no mercado, reduzindo o prêmio.

No aspecto regulatório, o KYC verifica a identidade dos usuários, enquanto o AML rastreia atividades suspeitas para prevenir uso ilícito. Auditorias de compliance e arcabouços jurídicos reforçam a transparência, mas também trazem custos e tempo adicionais.

Para que serve o TrueUSD (TUSD)?

O TUSD é amplamente utilizado em três principais cenários:

  • Pares de negociação e proteção: Em mercados cripto voláteis, traders utilizam o TUSD como porto seguro para “estacionar” fundos em um ativo equivalente ao dólar durante oscilações do mercado.
  • Pagamentos e liquidações: Para transferências internacionais, o TUSD permite movimentação rápida de valor on-chain, podendo ser resgatado em USD quando necessário — reduzindo o tempo de liquidação.
  • Finanças on-chain: Certas aplicações descentralizadas (dApps) aceitam stablecoins para empréstimos ou colateralização. Como ativo pareado ao USD, o TUSD auxilia na gestão de posições e liquidez em protocolos DeFi.

Quais são os principais riscos e aspectos regulatórios do TrueUSD (TUSD)?

Stablecoins ainda apresentam riscos. O risco de descolamento refere-se à possibilidade de o preço do TUSD se afastar temporariamente de US$1 em condições extremas de mercado ou eventos de iliquidez. O risco de emissor e custódia envolve possíveis falhas operacionais ou de compliance em bancos ou trustes parceiros. Riscos regulatórios decorrem de procedimentos de KYC/AML, que podem resultar em congelamento de contas, bloqueio ou restrições de transações.

Riscos técnicos on-chain incluem vulnerabilidades em smart contracts ou congestionamento de rede. O risco de custódia ocorre se ativos forem mantidos em exchanges ou hot wallets — expondo usuários a falhas de segurança ou vazamento de chaves privadas; cold wallets são mais seguras, mas exigem backup rigoroso das frases-semente e atenção a golpes de phishing.

Como comprar e armazenar TrueUSD (TUSD) com segurança na Gate?

Passo 1: Cadastre-se na Gate e conclua o KYC. Envie documentos de identidade válidos para compliance e liberação de saques.

Passo 2: Deposite fundos em sua conta. É possível depositar moeda fiduciária por canais suportados ou transferir cripto de outra carteira e, em seguida, converter para TUSD usando os pares disponíveis.

Passo 3: Selecione o par de negociação e faça sua ordem. Pesquise “TUSD” na negociação spot, escolha o par desejado e coloque uma ordem de mercado (execução imediata ao preço atual) ou ordem limitada (definindo o preço de compra/venda).

Passo 4: Armazenamento e saques dos ativos. Para negociações de curto prazo, é possível manter o TUSD na Gate; para longo prazo, transfira para uma carteira de autocustódia. Hot wallets são práticas, mas menos seguras; cold wallets oferecem maior proteção, mas exigem backup cuidadoso das frases-semente.

Passo 5: Ative as configurações de segurança. Configure autenticação em dois fatores (2FA), endereços whitelist para saques, fique atento a sites de phishing e falsos agentes de suporte, e revise regularmente os registros de login e dispositivos autorizados.

Como o TrueUSD (TUSD) se diferencia do Tether (USDT)?

Ambos são stablecoins de dólar americano, mas divergem na abordagem de transparência e compliance. O TrueUSD destaca auditorias regulares e custódia baseada em trustes, com KYC/AML obrigatório para emissão e resgate; o USDT prioriza alcance de mercado e liquidez, mas suas divulgações de reservas e práticas de auditoria são discutidas no setor há anos.

No uso, o USDT normalmente oferece mais pares de negociação e maior liquidez — ideal para operações de alta frequência; o TrueUSD foca em transparência e conformidade, atraindo instituições ou usuários que exigem provas de auditoria e garantias legais. Ambos enfrentam mudanças regulatórias e riscos de custódia; escolha conforme suas necessidades de compliance e preferência por liquidez.

Resumo: principais pontos sobre TrueUSD (TUSD)

TrueUSD (TUSD) é uma stablecoin pareada 1:1 ao dólar americano, mantida por custódia fiduciária e auditorias regulares com compliance KYC/AML. Atua como ferramenta para proteção de operações, precificação de ativos e liquidação internacional — baseando-se em mecanismos de emissão/resgate e arbitragem de mercado para manter sua paridade. Usuários devem atentar para a estabilidade do emissor/custodiante, mudanças regulatórias, risco de descolamento e ameaças técnicas on-chain. Para operar com segurança, conclua o KYC na Gate, siga protocolos adequados de negociação e segurança, utilize carteiras de autocustódia para longo prazo, faça backup seguro das chaves privadas e avalie suas necessidades de transparência, liquidez e compliance.

FAQ

TUSD vs USDT: qual escolher?

TUSD e USDT são stablecoins de dólar americano, mas têm emissores distintos. O TUSD é emitido pela TrustToken com auditorias independentes — priorizando transparência; o USDT é emitido pela Tether, com maior liquidez e mais pares de negociação. Se transparência de auditoria for prioridade, TUSD é uma ótima escolha; se busca máxima conveniência em negociações, a liquidez do USDT é incomparável. Ambos estão disponíveis para negociação na Gate.

Há diferenças entre TUSD em diferentes blockchains?

O TUSD está disponível em várias blockchains, como Ethereum e Polygon. Cada token equivale a US$1; no entanto, as taxas de transação variam — as taxas de gas da Ethereum são mais altas, enquanto Polygon e redes L2 oferecem custos menores. Escolha a rede conforme frequência e valor das transferências; para valores menores, Polygon é recomendada.

Meu TUSD está seguro na Gate?

Manter TUSD em uma exchange licenciada como a Gate é relativamente seguro — a maior parte dos ativos fica em cold wallets com auditorias de segurança regulares. Para longo prazo, o ideal é transferir para uma carteira de autocustódia (como MetaMask) para controle total. Em qualquer opção, lembre-se: o TUSD é pareado apenas ao USD — não gera rendimentos e serve como reserva de valor para transações.

A oferta de TUSD pode exceder as reservas reais em dólar?

O TUSD segue um modelo rígido de reservas 1:1 — cada TUSD emitido deve ser lastreado por um depósito real em USD. Diferente de algumas stablecoins, a TrustToken publica regularmente relatórios de auditoria independentes comprovando o lastro total. Esse modelo minimiza o risco de emissão excessiva; é possível verificar as reservas mais recentes nos relatórios oficiais.

O que devo saber antes de transferir TUSD para a Gate a partir de outra plataforma?

Primeiro, confirme se você e a Gate utilizam a mesma rede blockchain (por exemplo, Ethereum ou Polygon). Copie o endereço oficial de depósito da Gate; ao sacar de outra plataforma, selecione a rede correspondente. Faça um teste com valor pequeno antes de enviar quantias maiores. As taxas de saque são cobradas pela plataforma de origem; depósitos na Gate geralmente não têm custo.

Principais termos do TrueUSD (TUSD)

  • Stablecoin: Criptoativo pareado a moedas fiduciárias como o dólar americano para reduzir o risco de volatilidade.
  • Proof of Reserves: Mecanismo no qual emissores de stablecoins comprovam publicamente suas reservas em USD por meio de auditorias independentes.
  • Transferência on-chain: Movimentação de ativos digitais diretamente em blockchains, sem intermediários.
  • Padrão ERC-20: Padrão técnico que define funcionalidades e interações básicas para tokens Ethereum.
  • Emissão & Queima: Mecanismos em que tokens são criados mediante depósito em USD ou destruídos para reduzir a oferta conforme resgates.

Leitura adicional e referências sobre TrueUSD (TUSD)

Uma simples curtida já faz muita diferença

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Definição de Anônimo
Anonimato diz respeito à participação em atividades online ou on-chain sem expor a identidade real, sendo representado apenas por endereços de wallet ou pseudônimos. No setor cripto, o anonimato é frequentemente observado em transações, protocolos DeFi, NFTs, privacy coins e soluções de zero-knowledge, com o objetivo de reduzir rastreamento e perfilamento desnecessários. Como todos os registros em blockchains públicas são transparentes, o anonimato real geralmente se traduz em pseudonimato — usuários protegem suas identidades criando novos endereços e dissociando dados pessoais. Contudo, se esses endereços forem associados a contas verificadas ou dados identificáveis, o grau de anonimato diminui consideravelmente. Portanto, é imprescindível utilizar ferramentas de anonimato com responsabilidade e em conformidade com as normas regulatórias.
Definição de Bartering
O termo barter descreve a troca direta de bens ou direitos entre partes, sem a necessidade de uma moeda única. No universo Web3, é comum que esse conceito se manifeste na troca de um tipo de token por outro, ou na negociação de NFTs por tokens. Geralmente, smart contracts automatizam esse processo, ou ele ocorre de maneira peer-to-peer, com foco na equivalência direta de valor e na minimização de intermediários.
Definição de TRON
Positron (símbolo: TRON) é uma criptomoeda das primeiras gerações, distinta do token público de blockchain "Tron/TRX". Positron é classificada como uma coin, sendo o ativo nativo de uma blockchain independente. Contudo, há poucas informações públicas disponíveis sobre a Positron, e registros históricos mostram que o projeto está inativo há muito tempo. É difícil encontrar dados recentes de preço ou pares de negociação. O nome e o código podem gerar confusão com "Tron/TRX", por isso, investidores devem conferir cuidadosamente o ativo desejado e a confiabilidade das fontes antes de qualquer decisão. Os últimos dados acessíveis sobre a Positron são de 2016, o que dificulta a análise de liquidez e capitalização de mercado. Ao negociar ou armazenar Positron, é imprescindível seguir as regras da plataforma e adotar as melhores práticas de segurança de carteira.
Definição de Payee
O beneficiário é a parte que recebe os fundos. Na esfera financeira tradicional, costuma ser o titular de uma conta ou cartão bancário; já em pagamentos via blockchain, trata-se normalmente de um endereço de carteira ou de um smart contract. Informar com precisão os dados do beneficiário—tipo de criptomoeda, rede, endereço, memo ou tag—é fundamental para garantir depósitos bem-sucedidos, conciliação eficiente e conformidade regulatória. Em plataformas como a Gate, recursos como agendas de endereços e listas de permissões contribuem para mitigar riscos de transferências equivocadas e fraudes.
Definir Barter
Barter é a troca direta de bens ou serviços, sem envolver moeda. No contexto Web3, as formas mais comuns de barter são as negociações peer-to-peer, como trocas token-por-token ou NFT-por-serviço. Essas transações contam com o suporte de smart contracts, plataformas de negociação descentralizadas e mecanismos de custódia, além do uso de atomic swaps para permitir operações cross-chain. Contudo, questões como precificação, correspondência entre partes e resolução de disputas demandam projetos bem estruturados e uma gestão de riscos eficiente.

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