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Abundância global de café entra em conflito com seca brasileira, impulsionando recuperação dos preços
O mercado de café registou uma modesta recuperação esta semana, à medida que os futuros de arábica e robusta responderam a sinais contraditórios. Os contratos de arábica de março ganharam +2,55 pontos (+0,70%), enquanto os futuros de robusta de janeiro subiram +10 pontos (+0,24%), recuperando das perdas de segunda-feira. No entanto, estes ganhos mostraram-se frágeis, uma vez que o real brasileiro enfraqueceu para um mínimo de 1,75 meses face ao dólar, incentivando os produtores brasileiros a acelerar as vendas de exportação e limitando novos avanços de preço.
Perspetiva de Oferta Pesa Pesadamente no Mercado de Café
O pano de fundo fundamental mantém-se decididamente baixista, apesar de alguns fatores de suporte. A agência de previsão de colheitas do Brasil, Conab, aumentou recentemente a previsão de produção para 2025 para 56,54 milhões de sacos, um aumento de 2,4% em relação à estimativa de setembro de 55,20 milhões de sacos. Esta revisão ascendente, combinada com uma atividade robusta de exportação do Vietname, cria um ambiente de oferta abundante que pressiona os preços para baixo. As exportações de café do Vietname em novembro aumentaram +39% em relação ao ano anterior, para 88.000 MT, com os embarques de janeiro a novembro a subir +14,8% y/y, para 1,398 milhões de toneladas métricas. A maior produtora mundial de robusta projeta um aumento de 6% na produção de 2025/26 para 1,76 MMT, atingindo um máximo de 4 anos.
Stress Climático no Brasil Fornece Apoio Limitado
Embora o coração do arábica no Brasil enfrente desafios de precipitação, o alívio mostra-se insuficiente para sustentar a recuperação. Minas Gerais, a maior região produtora de arábica do país, recebeu apenas 11mm de chuva na semana que terminou a 5 de dezembro — apenas 17% da média histórica. No entanto, as projeções globais pintam um quadro de abundância: o Serviço de Agricultura Estrangeira do USDA prevê que a produção mundial de café em 2025/26 atingirá um recorde de 178,68 milhões de sacos, com a produção de robusta a subir +7,9% para 81,658 milhões de sacos, mesmo com os contratos de arábica a diminuir -1,7% para 97,022 milhões de sacos.
Dinâmica de Inventários Mostra Sinais Mistas
Os inventários de arábica monitorizados pela ICE estabilizaram após atingirem um mínimo de 1,75 anos de 398.645 sacos a 20 de novembro, recuperando para 426.523 sacos na passada sexta-feira. Por outro lado, os inventários de robusta da ICE caíram para um mínimo de 11,5 meses de 4.018 lotes esta semana, sugerindo escassez num segmento enquanto o outro permanece adequado. As exportações globais de café para o ano de comercialização atual (outubro-setembro) diminuíram apenas 0,3% y/y, para 138,658 milhões de sacos, segundo a Organização Internacional do Café, indicando um fluxo constante apesar das preocupações de oferta.
Factores Regulamentares e Geopolíticos Moldam o Mercado
A decisão do Parlamento Europeu de 26 de novembro de adiar a regulamentação da desflorestação da UE (EUDR) por um ano elimina uma restrição de oferta a curto prazo. Este adiamento permite que os países da UE continuem a importar produtos agrícolas de regiões que enfrentam desflorestação, mantendo o fluxo de café para a Europa. Entretanto, as tarifas dos EUA sobre as importações de café brasileiro foram levantadas após terem suprimido anteriormente a procura americana. Entre agosto e outubro, quando as tarifas estavam ativas, as compras de café brasileiro pelos EUA caíram 52% em relação ao ano anterior, para 983.970 sacos, deixando os inventários de café nos EUA esgotados e potencialmente apoiando a recuperação da procura a curto prazo.
Perspetiva de Mercado: Abundância Modera Preocupações Climáticas
O mercado de café enfrenta um excedente estrutural que limita a valorização dos preços, apesar do stress climático localizado no Brasil e da escassez de inventários em segmentos específicos. O potencial de aumento de 10% na produção do Vietname em 2025/26, se o clima colaborar, combinado com a previsão de expansão da produção brasileira, sugere que os stocks finais globais podem subir +4,9% para 22,819 milhões de sacos em 2025/26, face aos 21,752 milhões de sacos em 2024/25. Os traders devem monitorizar de perto a precipitação no Brasil, pois stress adicional por seca poderá oferecer oportunidades táticas de recuperação, mas os fundamentos de oferta a longo prazo continuam desfavoráveis para uma valorização sustentada dos preços.