Em janeiro de 2026, a confrontação entre os EUA e o Irã continua a intensificar-se. Os Estados Unidos enviaram um grupo de porta-aviões com a USS "Abraham Lincoln" para águas do Médio Oriente, implantando caças F-15E e sistemas de defesa antimísseis, formando uma dissuasão militar contra o Irã. O Irã, por sua vez, ergueu um grande cartaz de propaganda anti-EUA, retratando uma cena de um porta-aviões americano sendo destruído, e advertiu que, se for atacado, irá atacar bases militares americanas e Israel. Trump afirmou que mobilizou uma "frota maior do que a da Venezuela", ao mesmo tempo que declarou que a diplomacia ainda é uma opção, mas enfatizou que "não se pode descartar o uso da força". O líder supremo do Irã, Khamenei, entrou em um bunker reforçado, enquanto as forças armadas anunciaram estado de alerta total, afirmando que "estão prontos para reagir a qualquer momento". O Conselho de Segurança da ONU realizou uma consulta de emergência sem sucesso, enquanto países como Catar e Arábia Saudita pediram moderação, mas a tensão na região já causou o fechamento de rotas marítimas e oscilações nos preços do petróleo. Os principais pontos de disputa incluem a questão nuclear do Irã, a influência regional e a intervenção dos EUA nos assuntos internos do Irã. Se o conflito sair do controle, poderá desencadear uma guerra regional e uma crise energética global.
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Em janeiro de 2026, a confrontação entre os EUA e o Irã continua a intensificar-se. Os Estados Unidos enviaram um grupo de porta-aviões com a USS "Abraham Lincoln" para águas do Médio Oriente, implantando caças F-15E e sistemas de defesa antimísseis, formando uma dissuasão militar contra o Irã. O Irã, por sua vez, ergueu um grande cartaz de propaganda anti-EUA, retratando uma cena de um porta-aviões americano sendo destruído, e advertiu que, se for atacado, irá atacar bases militares americanas e Israel. Trump afirmou que mobilizou uma "frota maior do que a da Venezuela", ao mesmo tempo que declarou que a diplomacia ainda é uma opção, mas enfatizou que "não se pode descartar o uso da força". O líder supremo do Irã, Khamenei, entrou em um bunker reforçado, enquanto as forças armadas anunciaram estado de alerta total, afirmando que "estão prontos para reagir a qualquer momento". O Conselho de Segurança da ONU realizou uma consulta de emergência sem sucesso, enquanto países como Catar e Arábia Saudita pediram moderação, mas a tensão na região já causou o fechamento de rotas marítimas e oscilações nos preços do petróleo. Os principais pontos de disputa incluem a questão nuclear do Irã, a influência regional e a intervenção dos EUA nos assuntos internos do Irã. Se o conflito sair do controle, poderá desencadear uma guerra regional e uma crise energética global.