Realmente melhorar a inteligência emocional (não apenas aprender técnicas)
Não aprenda mais a falar coisas como "transformar o casual em algo que você ouve". É difícil de lembrar, inútil na prática. A essência da inteligência emocional são quatro habilidades: reconhecer emoções, gerenciar emoções, compreender as emoções dos outros e influenciar as emoções alheias. O primeiro passo para reconhecer suas próprias emoções: rotulá-las. Não diga genericamente "sinto-me mal", mas seja específico — isso é raiva? decepção? ou ansiedade? A Universidade da Califórnia divide as emoções em 27 categorias, você precisa construir seu próprio vocabulário. Segundo passo: classifique as emoções por níveis. Divida a raiva em níveis de 1 a 5, para poder identificar claramente em que nível você está no momento. Terceiro passo: refletir diariamente. Pergunte a si mesmo: por que fiz isso? Foi por estar bravo? O grau foi excessivo? Gerenciar emoções não é reprimir, é ajustar a forma de expressar. O mais importante é desacelerar — o instinto fisiológico é explodir de emoção imediatamente, mas a sociedade exige que processemos antes de expressar. Quando estiver intenso, deliberadamente desacelere, ou simplesmente não faça nada. Diálogo interno. Lembre-se: qual é a minha emoção agora? O que estou fazendo? Como devo expressar? Com o hábito, você ficará mais racional. Ao mesmo tempo, aprenda formas avançadas de expressão — observe como personagens em filmes e séries lidam com emoções, e imite intencionalmente. Compreender as emoções dos outros: primeiro, entender o que a pessoa está tentando expressar. Muitas pessoas não entendem uma recusa indireta, como "falamos mais tarde", que na verdade é uma recusa. Repetir convites só demonstra falta de sensibilidade. Aprimore sua empatia — entre na mente do outro para sentir suas emoções. O segredo é compartilhar a vida com pessoas próximas, e, na troca de dados, familiarizar-se com o modo de pensar "não eu". Quando alguém fala de uma tragédia, não ria. Observe além da linguagem verbal. Braços cruzados = desinteresse; olhar evasivo = distração; sair rapidamente após a conversa = não se envolver de verdade. Existem muitas técnicas, mas só o que você observa por si mesmo é realmente útil. Influenciar as emoções dos outros é o nível mais avançado. Primeiro, torne-se alguém acessível — pessoas introvertidas e fechadas não conseguem influenciar ninguém. Depois, aperfeiçoe sua comunicação: comece com a conclusão, liste razões em pontos, coloque as informações mais importantes na frente, use metáforas com sabedoria. Por fim: manipular as emoções do outro. Isso não é uma técnica isolada, mas a aplicação integrada de todas as habilidades anteriores. Ser capaz de gerenciar suas próprias emoções, perceber as dos outros e se expressar claramente, naturalmente, permite influenciar o outro. Essa é a verdadeira meta de uma alta inteligência emocional. A inteligência emocional não é um estoque de frases prontas, mas um sistema completo de operação que vai do autoconhecimento à influência sobre os outros. Praticar isso é muito mais útil do que decorar 100 respostas de alta inteligência emocional.
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Realmente melhorar a inteligência emocional (não apenas aprender técnicas)
Não aprenda mais a falar coisas como "transformar o casual em algo que você ouve". É difícil de lembrar, inútil na prática. A essência da inteligência emocional são quatro habilidades: reconhecer emoções, gerenciar emoções, compreender as emoções dos outros e influenciar as emoções alheias.
O primeiro passo para reconhecer suas próprias emoções: rotulá-las. Não diga genericamente "sinto-me mal", mas seja específico — isso é raiva? decepção? ou ansiedade? A Universidade da Califórnia divide as emoções em 27 categorias, você precisa construir seu próprio vocabulário.
Segundo passo: classifique as emoções por níveis. Divida a raiva em níveis de 1 a 5, para poder identificar claramente em que nível você está no momento. Terceiro passo: refletir diariamente. Pergunte a si mesmo: por que fiz isso? Foi por estar bravo? O grau foi excessivo?
Gerenciar emoções não é reprimir, é ajustar a forma de expressar. O mais importante é desacelerar — o instinto fisiológico é explodir de emoção imediatamente, mas a sociedade exige que processemos antes de expressar. Quando estiver intenso, deliberadamente desacelere, ou simplesmente não faça nada.
Diálogo interno. Lembre-se: qual é a minha emoção agora? O que estou fazendo? Como devo expressar? Com o hábito, você ficará mais racional. Ao mesmo tempo, aprenda formas avançadas de expressão — observe como personagens em filmes e séries lidam com emoções, e imite intencionalmente.
Compreender as emoções dos outros: primeiro, entender o que a pessoa está tentando expressar. Muitas pessoas não entendem uma recusa indireta, como "falamos mais tarde", que na verdade é uma recusa. Repetir convites só demonstra falta de sensibilidade.
Aprimore sua empatia — entre na mente do outro para sentir suas emoções. O segredo é compartilhar a vida com pessoas próximas, e, na troca de dados, familiarizar-se com o modo de pensar "não eu". Quando alguém fala de uma tragédia, não ria.
Observe além da linguagem verbal. Braços cruzados = desinteresse; olhar evasivo = distração; sair rapidamente após a conversa = não se envolver de verdade. Existem muitas técnicas, mas só o que você observa por si mesmo é realmente útil.
Influenciar as emoções dos outros é o nível mais avançado. Primeiro, torne-se alguém acessível — pessoas introvertidas e fechadas não conseguem influenciar ninguém. Depois, aperfeiçoe sua comunicação: comece com a conclusão, liste razões em pontos, coloque as informações mais importantes na frente, use metáforas com sabedoria.
Por fim: manipular as emoções do outro. Isso não é uma técnica isolada, mas a aplicação integrada de todas as habilidades anteriores. Ser capaz de gerenciar suas próprias emoções, perceber as dos outros e se expressar claramente, naturalmente, permite influenciar o outro. Essa é a verdadeira meta de uma alta inteligência emocional.
A inteligência emocional não é um estoque de frases prontas, mas um sistema completo de operação que vai do autoconhecimento à influência sobre os outros. Praticar isso é muito mais útil do que decorar 100 respostas de alta inteligência emocional.