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Recentemente, notei algo interessante sobre a tokenização no mercado financeiro. DTCC, Euroclear e Clearstream—basicamente os grandes nomes da infraestrutura de mercado—publicaram um documento técnico que basicamente diz: não espere que a tokenização cresça significativamente sem uma interoperabilidade sólida.
Então, a história é a seguinte. Se a tokenização de valores mobiliários quer se desenvolver, não pode depender apenas de uma blockchain dominante. Eles argumentam que o modelo que vai funcionar é uma rede de redes, onde é necessário haver padrões comuns, gateways e provedores de serviços regulados. O objetivo é simples: manter a integridade dos ativos, direitos de propriedade e conformidade legal entre diferentes plataformas.
Sem uma interoperabilidade adequada, esses ativos ficarão presos em redes isoladas. O resultado? Custos operacionais aumentam, a liquidez fica fragmentada. Depois, o volume de negociações cresce, e os problemas se agravam. Não se trata de escolher qual tecnologia é melhor—é uma questão estrutural. Atualmente, há dezenas de blockchains hospedando diversos pilotos e produtos em produção, mas cada uma com padrões diferentes, lógica de contratos inteligentes distinta, design de liquidação diferente. Essa diversidade na verdade torna a integração mais difícil e aumenta o risco operacional.
Os autores do white paper reforçam que não haverá uma única ledger dominante. Pelo contrário, eles veem uma mudança para um modelo de rede de redes com gateways padronizados e provedores de serviços regulados que conectam sistemas digitais e tradicionais. Nesse cenário, os ativos devem poder mover-se entre plataformas, mantendo o que eles chamam de integridade do ativo, direitos de propriedade e conformidade ao longo do ciclo de vida. Resumem isso com uma frase bem colocada: mesmo ativo, mesmos direitos, mesmo resultado.
Agora, olhemos para a situação no mundo real. A tokenização já começa a escalar nos mercados de recompra (repo) e há programas piloto nos EUA e na Europa. Embora os valores mobiliários on-chain ainda sejam pequenos em comparação com os mercados globais de ações e câmbio, a infraestrutura grande já está em andamento—há uma atividade diária de recompra de mais de $300 bilhões em várias plataformas principais. Mas muitos fluxos de trabalho ainda dependem de sistemas legados. Títulos tokenizados podem ser negociados on-chain, mas a liquidação em dinheiro muitas vezes ainda passa por sistemas tradicionais de liquidação ou redes de pagamento bancário.
Essa interoperabilidade precisa ir além de simples pontes técnicas. Deve cobrir ativos e passivos, reconhecimento de propriedade, eventos ao longo do ciclo de vida, finalização do livro-razão e aplicabilidade legal. Se esses aspectos não estiverem alinhados em todas as camadas, transações cross-chain ou cross-border podem precisar de etapas extras de reconciliação, o que basicamente elimina os ganhos de eficiência prometidos.
Essa infraestrutura impulsiona reguladores e participantes do mercado a desenvolver grupos de trabalho focados em governança, padrões e resiliência. A ação coletiva agora é o que vai moldar mercados robustos no futuro.
Aliás, falando de realidades de mercado, percebi que o WLFI—token da World Liberty Financial—caiu 12% para o menor nível desde o lançamento em 2025. Agora está a $0.08, com uma queda de 24 horas de 12,80%. Esse token caiu após o projeto de criptomoeda relacionado ao Trump defender uma estratégia de empréstimos controversa na plataforma DeFi Dolomite. Basicamente, eles reconhecem usar seu próprio token de governança como garantia para pegar empréstimos em stablecoin e drenar o pool de USD 1 da Dolomite. Esse é exatamente o tipo de risco operacional e fragmentação que operadores de infraestrutura estão alertando. Se a tokenização quer amadurecer, precisamos de padrões mais fortes e frameworks de interoperabilidade—não basta tecnologia boa, mas também governança e gestão de risco sólidas.