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HSBC e corretoras entram simultaneamente, o stablecoin de Hong Kong já entrou na próxima fase
Escrevendo: Árvore Blockchain
Recentemente, Hong Kong tem enviado vários sinais-chave relacionados às stablecoins.
Desde o ritmo claro de emissão de licenças pelas autoridades reguladoras, passando pela iniciação de pedidos de segunda rodada de licenças por instituições de mercado, até o início do avanço do sistema bancário na integração de stablecoins na rede de pagamentos local — essas informações, isoladamente, representam ações convencionais de avanço de políticas.
Porém, ao observar dentro de uma mesma janela de tempo, o direcionamento já fica bastante claro: as stablecoins estão passando de uma “ferramenta de teste” para uma “fase de construção do sistema”.
Em 13 de abril, a declaração do Secretário de Finanças de Hong Kong, Paul Chan, estabeleceu o tom da estratégia de stablecoins de Hong Kong: “passo a passo rápido”. Isso significa que as autoridades reguladoras buscam um equilíbrio delicado entre abraçar a inovação e prevenir riscos.
Primeiras licenças: a quantidade será “limitada” e os requisitos para as instituições solicitantes serão rigorosos — devendo possuir “cenários de aplicação prática”. Claramente, isso visa garantir que os projetos de stablecoin realmente se concretizem, e não sejam apenas construções no ar.
Avanço por etapas: as autoridades adotarão uma estratégia de “testar primeiro, promover depois”, aguardando que os primeiros projetos operem de forma madura e acumulem experiência antes de considerar a emissão da segunda rodada de licenças. Essa cautela reflete justamente a estabilidade do sistema financeiro de Hong Kong.
Natureza e definição: Paul Chan deixou claro que as stablecoins são essencialmente “instrumentos de pagamento”, e não “instrumentos de investimento”. Essa definição delimita claramente o futuro desenvolvimento das stablecoins em Hong Kong, além de indicar que o foco regulatório será em áreas como liquidação de pagamentos e combate à lavagem de dinheiro.
Sob esse quadro regulatório, a estrutura de participantes do mercado também está passando por mudanças evidentes.
Segundo informações divulgadas, instituições como Futu Securities e OSL Group já participaram do pedido para a segunda rodada de licenças de stablecoins. Esse sinal tem uma direção clara: a emissão e circulação de stablecoins estão saindo de uma fase dominada por projetos nativos de criptomoedas e entrando em uma etapa liderada por instituições financeiras licenciadas e plataformas conformes às regulações.
Isso significa que as stablecoins deixam de ser apenas ferramentas de liquidez no ecossistema blockchain, passando a fazer parte da infraestrutura do sistema financeiro tradicional.
Mais do que isso, há um avanço substancial na aplicação prática.
O HSBC está promovendo a integração de suas stablecoins no sistema de pagamentos local, incluindo o PayMe e o HSBC HK App, além de suportar transferências entre pessoas e pagamentos para comerciantes. Essa estratégia indica que os cenários de uso das stablecoins estão se expandindo de transações e liquidações para o nível de pagamentos no varejo.
Uma vez que esses sistemas estejam completos, sua função será fundamentalmente transformada: de uma “categoria de ativos digitais” para uma “forma de moeda digital que pode participar diretamente das atividades econômicas diárias”.
No aspecto das moedas, o Banco de Hong Kong também liberou espaço para uma política mais flexível. Em 11 de abril, o vice-presidente do Banco de Hong Kong, Chen Weimin, revelou que os emissores de stablecoins podem escolher livremente as moedas a serem emitidas. Embora atualmente o mercado de Hong Kong esteja focado na “emissão de stablecoins em dólares de Hong Kong”, no futuro, “a emissão de outras moedas” será permitida.
Essa informação traz um volume enorme de possibilidades:
Stablecoin em dólar de Hong Kong: deverá se tornar a líder do mercado de stablecoins em Hong Kong, consolidando sua posição como centro financeiro internacional e oferecendo aos usuários locais e internacionais um canal digitalizado de dólares de Hong Kong sob regulação.
Perspectiva de múltiplas moedas: a flexibilidade da política de Hong Kong abre portas para a emissão de stablecoins baseadas em várias moedas internacionais principais, demonstrando sua diversidade e abertura como centro financeiro global.
Ao analisar esses múltiplos aspectos, fica claro que o que Hong Kong está promovendo atualmente não é apenas um piloto de política isolado, mas um sistema relativamente completo de desenho institucional:
Na entrada, controle de participantes por meio de emissão de licenças;
Na camada de participantes, a introdução de instituições financeiras licenciadas como atores centrais;
Na aplicação, prioridade na implementação de cenários de pagamento;
Na fronteira do sistema, espaço reservado para múltiplas moedas, especialmente o yuan chinês.
O objetivo central desse sistema não é simplesmente expandir o mercado de ativos digitais, mas integrar as stablecoins ao sistema de infraestrutura financeira, sob riscos controlados.
Diante do ambiente internacional complexo e mutável, Paul Chan enfatizou que Hong Kong deve manter alta vigilância e fortalecer sua competitividade e influência global no mercado financeiro, realizando uma “defesa proativa”.
Essa declaração aponta não apenas para riscos tradicionais do setor financeiro, mas também para a competição institucional no novo sistema de ativos digitais. As stablecoins estão no ponto de convergência dessa disputa.
Um sistema de monitoramento 24 horas, multicanais, também indica que seu desenvolvimento continuará sob forte regulação e alta transparência.
Isso reforça que o avanço de Hong Kong nas stablecoins não é uma escolha passiva impulsionada pelo mercado, mas uma estratégia ativa baseada em considerações financeiras. Nesse contexto, o significado das stablecoins está mudando.
Elas deixam de ser apenas ferramentas de liquidez no mercado de criptomoedas ou meios técnicos para transferências transfronteiriças, e passam a evoluir, sob diferentes regimes regulatórios, para um “meio financeiro com atributos institucionais”.
Em outras palavras, o limite de uso das stablecoins no futuro não dependerá mais apenas da viabilidade técnica, mas, sobretudo, do sistema regulatório em que estiverem inseridas.
Este conteúdo é fornecido pelo Banco de Hong Kong e é apenas para fins de referência, não constituindo aconselhamento de investimento. O mercado apresenta riscos, invista com cautela.