O roteiro dessa história de Hormuz mudou.



Antes: o Irã ficava louco, com correntes trancando o mar, indo até o fim.
Agora: não trancam mais, passaram a cobrar pedágio.
A frase original é “um ativo dourado inestimável enraizado na localização geográfica do Irã”. No mapa, não dá para tirar essa terra, o código QR precisa estar colado no vidro da janela do capitão. Cobram uma taxa de passagem rápida, aqui o que se cobra é a margem de flutuação do preço global do petróleo.

A postura dos EUA também mudou.
Antes: ficavam de braços cruzados, xingando: desmontem os mísseis! quebrem as instalações nucleares!
Hoje: fumando um cigarro, murmurando: a concentração de urânio... dá para baixar um pouco primeiro?
Cansaram de lutar, sabem que o míssil é a vida deles, não forçam mais. Mas uma lâmina afiada, você precisa embrulhá-la com um pano, para não me confundir.

A mudança mais importante foi uma frase —
Antes: disputavam quem desligava o interruptor, as crianças brigando pelo controle remoto.
Agora: disputam quem define o preço do pedágio, os adultos dividindo os lucros no local.
No futuro, não basta contar os decks dos porta-aviões, tem que ficar de olho na planilha Excel do Escritório de Assuntos Marítimos do Irã, esperando a próxima atualização. $BTC $ETH
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