Eu olho se o projeto está levando o trabalho a sério, primeiro não olho o PPT, primeiro vejo como o dinheiro do tesouro está sendo gasto, se ao gastar tudo deixou alguma “coisa”. Transferências na cadeia são muito honestas: de um lado, continuam pagando por auditoria/desenvolvimento/infrastrutura, ritmo estável, do outro lado, de vez em quando fazem grandes transferências para um monte de carteiras novas, as notas também não são claras… Falando de forma simples, como uma reforma, comprar cimento e fios todo dia pode não ser glamouroso, mas no final dá para morar; só comprar plantas verdes e aromatizantes para tirar fotos fica bonito, mas em duas semanas ainda vazará água.



Os marcos também não confie só na fala “vai lançar no próximo mês”, eu me preocupo mais se há vestígios verificáveis: atualizações de código, interações na rede de testes, correções de bugs, avanços nas propostas de governança, esses passos pequenos e rápidos são mais confiáveis do que grandes promessas de uma só vez.

Recentemente, estão falando de mineração social, tokens de fãs, aquela ideia de “atenção é mineração”, não digo que seja uma proposição falsa, mas atenção é muito parecida com cupons de delivery: quando distribuem, todo mundo vem; quando param, todo mundo dispersa. Se o projeto realmente quer algo de longo prazo, precisa gastar o tesouro em lugares que possam consolidar fluxo de caixa e cenários de uso, senão, por mais animado que seja, quando o vento parar, só vai sobrar registros de transferências na contabilidade.
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