Eu verifico se o projeto realmente está trabalhando, o mais fácil não é ouvir AMA e ver quanta gente participa, mas acompanhar como o dinheiro do tesouro está sendo gasto, se há marcos correspondentes após o gasto. Transferências na blockchain parecem muito boas: o dinheiro sai do tesouro, entra na carteira de quem, e depois há algo que possa ser “verificado” (envio de código, implantação de contratos, relatórios de auditoria, aumento de endereços de nós/atividades…) — se passar muito tempo ou se só vejo uma rodada de carteiras indo e vindo, eu basicamente considero como se estivesse enrolando.



Tem também um detalhe pequeno: equipes que levam a sério o trabalho, o ritmo de gastos geralmente acompanha o ritmo de entregas, não começam logo gastando tudo de uma vez, nem gostam muito de usar uma expressão vaga como “despesas de cooperação de mercado”. Em resumo, quanto mais específico for o gasto, mais parece que estão fazendo algo sério.

Recentemente, todo mundo fala sobre expectativa de redução de juros, índice do dólar, ativos de risco às vezes sobem e descem juntos… Eu não ouso fingir que entendo para onde a macroeconomia vai, mas quanto mais esse ambiente, mais fácil é para os projetos usarem “razões externas” como desculpa. Então, eu continuo focando no que é sólido: dinheiro → pessoas → resultados, se na blockchain tudo bate, dou um pouco de paciência; se não bate, mesmo que o humor esteja quente, melhor deixar de lado por enquanto.
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