A era do check-up cibernético chegou.


O Google treinou um modelo-base de saúde, o SensorFM, e recebeu a validação de médicos profissionais.
Ele consegue analisar, ao mesmo tempo, mais de 30 sinais como frequência cardíaca, oxigênio no sangue, sono, exercícios e temperatura corporal registrados por smartwatches, além de prever saúde cardiovascular, riscos metabólicos, condição do sono e indicadores relacionados a depressão e ansiedade.
Em seguida, o Google aplicou um “exame” usando dados de quase 14 mil pessoas:
apenas com os registros do smartwatch, determinar o estado de saúde desses indivíduos e comparar com os resultados reais — 35 testes. No total, o SensorFM foi mais preciso em 34 itens do que os métodos convencionais.
Os dados de treinamento do SensorFM vieram de 5 milhões de pessoas, com mais de 1 trilhão de minutos acumulados. Mesmo que, em algum momento, a pessoa tenha ficado um período sem usar o smartwatch, ele ainda consegue estimar os dados ausentes com base nos registros anteriores e posteriores.
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