Acabei de ver gente falando sobre LST fazendo re-staking (re-aleitamento) — de onde vem o rendimento, na verdade, fica bem claro: uma camada é o ganho do ETH subjacente que está sendo re-pledged; a segunda camada é um incentivo extra dado pelo protocolo de re-staking. Em outras palavras: é subsídio para atrair usuários novos. Mas os riscos também precisam ser ditos com clareza — falhas em contratos inteligentes, aperto de liquidez e, além disso, a volatilidade do preço do próprio ETH. Isso não é baixa probabilidade. Enfim, meu jeito é: re-staking só fica com uma parcela bem pequena da minha estratégia, e sempre escolho projetos auditados e com TVL bem alta. Mesmo aceitando gastar mais tempo para ler o código do contrato, está tudo bem — segurança não vale a pena economizar esses poucos minutos.



Recentemente, social mining e tokens de fãs voltaram a ficar quentes. Parece “atenção vira mineração” e soa bem legal, mas no fundo ainda é usar capital incremental para cobrir o buraco deixado por usuários de um estoque já existente. Se isso é ou não um falso dilema, depende de o time conseguir transformar atenção em valor sustentável de verdade. De qualquer forma, eu não tenho muita coragem de mexer com isso; vou esperar pacientemente o próximo ciclo.
ETH1,33%
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