Um desenvolvimento significativo no panorama de fraudes em criptomoedas na Europa surgiu quando um oficial do Tribunal Superior de Espanha emitiu uma ordem de detenção provisória contra o empreendedor de criptomoedas Álvaro Romillo Castillo, a figura por trás da marca ‘Cryptospain’, sob suspeita de ser o cérebro de uma das maiores fraudes de investimento do continente.
O caso centra-se na Madeira Invest Club (MIC), uma plataforma de investimento alegadamente criada para enganar milhares de participantes. Documentos judiciais revelam que o esquema prometia retornos de 20% ao ano através de supostos investimentos em ativos de alta qualidade. Em vez de realizar transações legítimas, os investigadores alegam que Romillo desviou o capital dos investidores para enriquecimento pessoal.
A Escala da Operação
Com um valor de fraude superior a $300 milhões, este caso classifica-se entre os crimes financeiros relacionados com criptomoedas mais substanciais da Europa. A magnitude levou as autoridades espanholas a priorizar a investigação e acelerar os procedimentos legais contra o principal suspeito.
Preocupações com Evasão e Ação Rápida
A decisão do tribunal de ordenar a detenção provisória foi substancialmente influenciada por evidências de uma fuga de capitais significativa. Os investigadores documentaram aproximadamente €29 milhões em transferências internacionais recentes, levantando preocupações sérias de risco de fuga. Essas transações suspeitas sugeriram uma tentativa de transferir ativos para além da jurisdição espanhola, levando o juiz a agir de forma decisiva.
Acusações e Alegações Criminais
Para além de fraude, Romillo enfrenta várias acusações graves, incluindo pertença a uma organização criminosa e branqueamento de capitais. A amplitude das acusações indica que os procuradores veem isto como uma operação sofisticada e coordenada, em vez de uma atividade criminal isolada.
A sua prisão a 6 de novembro marcou um ponto de viragem na investigação, com as autoridades a trabalhar para localizar receitas adicionais e possíveis cúmplices dentro da rede do esquema.
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Tribunal Supremo Espanhol emite ordem de detenção num grande esquema 'Cryptospain': €300M fraudulentos
Um desenvolvimento significativo no panorama de fraudes em criptomoedas na Europa surgiu quando um oficial do Tribunal Superior de Espanha emitiu uma ordem de detenção provisória contra o empreendedor de criptomoedas Álvaro Romillo Castillo, a figura por trás da marca ‘Cryptospain’, sob suspeita de ser o cérebro de uma das maiores fraudes de investimento do continente.
O caso centra-se na Madeira Invest Club (MIC), uma plataforma de investimento alegadamente criada para enganar milhares de participantes. Documentos judiciais revelam que o esquema prometia retornos de 20% ao ano através de supostos investimentos em ativos de alta qualidade. Em vez de realizar transações legítimas, os investigadores alegam que Romillo desviou o capital dos investidores para enriquecimento pessoal.
A Escala da Operação
Com um valor de fraude superior a $300 milhões, este caso classifica-se entre os crimes financeiros relacionados com criptomoedas mais substanciais da Europa. A magnitude levou as autoridades espanholas a priorizar a investigação e acelerar os procedimentos legais contra o principal suspeito.
Preocupações com Evasão e Ação Rápida
A decisão do tribunal de ordenar a detenção provisória foi substancialmente influenciada por evidências de uma fuga de capitais significativa. Os investigadores documentaram aproximadamente €29 milhões em transferências internacionais recentes, levantando preocupações sérias de risco de fuga. Essas transações suspeitas sugeriram uma tentativa de transferir ativos para além da jurisdição espanhola, levando o juiz a agir de forma decisiva.
Acusações e Alegações Criminais
Para além de fraude, Romillo enfrenta várias acusações graves, incluindo pertença a uma organização criminosa e branqueamento de capitais. A amplitude das acusações indica que os procuradores veem isto como uma operação sofisticada e coordenada, em vez de uma atividade criminal isolada.
A sua prisão a 6 de novembro marcou um ponto de viragem na investigação, com as autoridades a trabalhar para localizar receitas adicionais e possíveis cúmplices dentro da rede do esquema.