## Queda em cadeia no mercado de ações: ouro, Bitcoin e outros ativos sob pressão
Em meados de novembro, uma queda rara de três ativos abalou o mercado de investimentos global. O índice Dow Jones caiu mais de 1%, Bitcoin e Ethereum tiveram quedas superiores a 2%, e o preço do ouro também enfrentou pressão de queda contínua. Até 18 de novembro, o ouro caiu 0,4%, acumulando a sua quarta queda consecutiva, enquanto o Bitcoin caiu para US$ 91.107, atingindo uma nova baixa de quase 7 meses. Este não é um evento isolado, mas sim uma ressonância de mercado resultante de múltiplos fatores interligados.
## Mudança hawkish do Federal Reserve: expectativa de corte de juros de repente desfeita
A principal força motriz da ajustamento do mercado vem da mudança no sinal de política do Federal Reserve. Os dirigentes do banco central emitiram repetidamente declarações hawkish, levando a uma redução significativa na expectativa de um corte de 25 pontos base em dezembro, que caiu para 43% — este número indica que mais da metade dos participantes do mercado já abandonaram a esperança de cortes de juros. O adiamento do corte de juros impacta diretamente as expectativas de um ambiente de baixa taxa de juros, e o ouro, como ativo tradicional de proteção, também viu sua atratividade diminuir.
## Cresce o ceticismo sobre a bolha de IA
Outra pressão vem da reavaliação da lógica de investimento na indústria de tecnologia. O mercado está cada vez mais atento à dependência de gigantes tecnológicos de enormes dívidas para sustentar seus gastos de capital — essa lógica de “queimar dinheiro primeiro, lucrar depois” está sendo questionada. O fracasso da Amazon em captar recursos via emissão de dívida é uma manifestação concreta dessa mudança. Quando o halo do conceito de IA se dissipa, as ações de tecnologia, que dominam o mercado americano, naturalmente enfrentam ajustes, e o Bitcoin, altamente correlacionado com ativos de risco, também é afetado.
## Aviso técnico: sinal de cruz de morte aparece
Do ponto de vista técnico, os sinais de risco já estão bastante evidentes. Os índices S&P 500, Dow Jones e Nasdaq perderam o suporte da média móvel de 50 dias, o que geralmente indica uma mudança de tendência para baixa. O desempenho do Bitcoin é ainda mais severo — a média móvel de 50 dias cruzou abaixo da de 200 dias, formando o padrão de “cruz de morte”, um sinal técnico que frequentemente precede grandes correções na história.
John Roque, chefe de análise técnica da 22V Research, prevê que o Nasdaq possa cair até 8%. Jeff Mei, diretor de operações da BTSE, acredita que, com a avaliação de IA sendo questionada e as perspectivas de corte de juros incertas, uma nova queda do Bitcoin é “inevitável”.
## Risco de segunda prova para o Bitcoin
Quaglini, analista da Hex Trust, emitiu um alerta mais severo: “Essa rodada de ajustamento pode ainda não ter terminado. Se o mercado de ações continuar a cair, o Bitcoin pode facilmente testar novamente o ponto baixo de US$ 70.000.” Isso significa que ainda há risco de uma queda de 25% a partir do nível atual de US$ 91.107.
## Paradoxo de queda conjunta entre ouro e ações
A lógica de queda do ouro contrasta com sua função tradicional de proteção. Analistas apontam que investidores que sofreram perdas no mercado de ações podem liquidar seus lucros em ouro para compensar prejuízos, levando a uma movimentação sincronizada do ouro com outros ativos de risco. Michael Armbruster, cofundador da corretora de futuros Altavest, afirma: “No curto prazo, à medida que os investidores buscam liquidez, o ouro pode oscilar em sintonia com outros ativos de risco.”
## Aviso de sobrevalorização de ativos: o dinheiro em espécie é rei
Jeffrey Gundlach, diretor de investimentos da DoubleLine Capital, emitiu um alerta mais profundo para todo o mercado. Ele aponta que muitos ativos estão extremamente supervalorizados e recomenda que os investidores aloque cerca de 20% de suas carteiras em dinheiro, para se protegerem de uma correção de mercado significativa. Essa recomendação reflete que, mesmo com a queda de três ativos, o mercado ainda pode enfrentar uma correção maior.
Quando ouro, Bitcoin e ações americanas caem simultaneamente, isso não é apenas uma correção técnica de curto prazo, mas uma possível correção sistêmica das expectativas excessivamente otimistas do último ano.
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## Queda em cadeia no mercado de ações: ouro, Bitcoin e outros ativos sob pressão
Em meados de novembro, uma queda rara de três ativos abalou o mercado de investimentos global. O índice Dow Jones caiu mais de 1%, Bitcoin e Ethereum tiveram quedas superiores a 2%, e o preço do ouro também enfrentou pressão de queda contínua. Até 18 de novembro, o ouro caiu 0,4%, acumulando a sua quarta queda consecutiva, enquanto o Bitcoin caiu para US$ 91.107, atingindo uma nova baixa de quase 7 meses. Este não é um evento isolado, mas sim uma ressonância de mercado resultante de múltiplos fatores interligados.
## Mudança hawkish do Federal Reserve: expectativa de corte de juros de repente desfeita
A principal força motriz da ajustamento do mercado vem da mudança no sinal de política do Federal Reserve. Os dirigentes do banco central emitiram repetidamente declarações hawkish, levando a uma redução significativa na expectativa de um corte de 25 pontos base em dezembro, que caiu para 43% — este número indica que mais da metade dos participantes do mercado já abandonaram a esperança de cortes de juros. O adiamento do corte de juros impacta diretamente as expectativas de um ambiente de baixa taxa de juros, e o ouro, como ativo tradicional de proteção, também viu sua atratividade diminuir.
## Cresce o ceticismo sobre a bolha de IA
Outra pressão vem da reavaliação da lógica de investimento na indústria de tecnologia. O mercado está cada vez mais atento à dependência de gigantes tecnológicos de enormes dívidas para sustentar seus gastos de capital — essa lógica de “queimar dinheiro primeiro, lucrar depois” está sendo questionada. O fracasso da Amazon em captar recursos via emissão de dívida é uma manifestação concreta dessa mudança. Quando o halo do conceito de IA se dissipa, as ações de tecnologia, que dominam o mercado americano, naturalmente enfrentam ajustes, e o Bitcoin, altamente correlacionado com ativos de risco, também é afetado.
## Aviso técnico: sinal de cruz de morte aparece
Do ponto de vista técnico, os sinais de risco já estão bastante evidentes. Os índices S&P 500, Dow Jones e Nasdaq perderam o suporte da média móvel de 50 dias, o que geralmente indica uma mudança de tendência para baixa. O desempenho do Bitcoin é ainda mais severo — a média móvel de 50 dias cruzou abaixo da de 200 dias, formando o padrão de “cruz de morte”, um sinal técnico que frequentemente precede grandes correções na história.
John Roque, chefe de análise técnica da 22V Research, prevê que o Nasdaq possa cair até 8%. Jeff Mei, diretor de operações da BTSE, acredita que, com a avaliação de IA sendo questionada e as perspectivas de corte de juros incertas, uma nova queda do Bitcoin é “inevitável”.
## Risco de segunda prova para o Bitcoin
Quaglini, analista da Hex Trust, emitiu um alerta mais severo: “Essa rodada de ajustamento pode ainda não ter terminado. Se o mercado de ações continuar a cair, o Bitcoin pode facilmente testar novamente o ponto baixo de US$ 70.000.” Isso significa que ainda há risco de uma queda de 25% a partir do nível atual de US$ 91.107.
## Paradoxo de queda conjunta entre ouro e ações
A lógica de queda do ouro contrasta com sua função tradicional de proteção. Analistas apontam que investidores que sofreram perdas no mercado de ações podem liquidar seus lucros em ouro para compensar prejuízos, levando a uma movimentação sincronizada do ouro com outros ativos de risco. Michael Armbruster, cofundador da corretora de futuros Altavest, afirma: “No curto prazo, à medida que os investidores buscam liquidez, o ouro pode oscilar em sintonia com outros ativos de risco.”
## Aviso de sobrevalorização de ativos: o dinheiro em espécie é rei
Jeffrey Gundlach, diretor de investimentos da DoubleLine Capital, emitiu um alerta mais profundo para todo o mercado. Ele aponta que muitos ativos estão extremamente supervalorizados e recomenda que os investidores aloque cerca de 20% de suas carteiras em dinheiro, para se protegerem de uma correção de mercado significativa. Essa recomendação reflete que, mesmo com a queda de três ativos, o mercado ainda pode enfrentar uma correção maior.
Quando ouro, Bitcoin e ações americanas caem simultaneamente, isso não é apenas uma correção técnica de curto prazo, mas uma possível correção sistêmica das expectativas excessivamente otimistas do último ano.