A análise técnica do mundo das criptomoedas deve incluir o quarto elemento - a tecnologia da plataforma de troca de criptomoedas.

Até agora, quase todas as teorias de análise técnica no mercado de moedas e ações baseiam-se em três hipóteses fundamentais, buscando incorporar três elementos. Quando enfrentamos os resultados dessas análises técnicas, é importante termos uma compreensão clara.

As três hipóteses básicas são:

  1. O comportamento do mercado engloba todos os fatores.

Essa hipótese sempre me faz lembrar daquela frase comum em mesas de bar: “Já está tudo na bebida.” Tenho muitas coisas a dizer, mas não sei como expressar, então simplesmente deixo de falar, levanto o copo até a boca, inclino a cabeça e bebo de uma só vez, deixando que o comportamento explique tudo.

No mercado de moedas e ações, há inúmeros fatores que podem influenciar as variações do índice e do preço das moedas, sejam macroeconômicos, microeconômicos, externos, psicológicos, de grande impacto ou de menor influência, de curta ou longa duração… São tantos que é impossível analisá-los um a um. A solução proposta por essa hipótese é não precisar considerar todos esses fatores; afinal, todos eles estão influenciando o mercado de moedas e ações. Eu só preciso observar o que está acontecendo no mercado, e todas as influências externas se refletirão no movimento do mercado.

Será que dá para fazer isso sem essa hipótese? Não, não dá. Sem ela, ficamos confusos, incapazes de tirar conclusões rápidas sobre qualquer coisa. Simplificar de forma adequada é uma regra básica na pesquisa de qualquer problema em todas as áreas, e, no mercado de moedas e ações, essa simplificação se traduz nessas hipóteses.

Seguindo essa hipótese, qual será o resultado? O resultado é que todos os nossos estudos só serão eficazes sob certas condições objetivas, e nunca serão infalíveis. Portanto, não devemos venerar ou acreditar cegamente neles.

  1. Os preços se movem seguindo tendências.

Essa é a ideia de que o movimento dos preços das moedas e ações possui inércia. Essa hipótese é a condição mais fundamental e central para a análise técnica. Só há padrões e regularidades se há tendências; sem tendências e padrões, as linhas de vela oscilam sem precisão, e não há como analisar! Os analistas deveriam abandonar seus empregos e mudar de profissão.

Essa hipótese está diretamente relacionada à subsistência dos profissionais de análise técnica, mas ela não foi criada ao acaso. Os índices e os preços das moedas e ações realmente seguem tendências e padrões no mercado. É preciso admitir que os preços obedecem a certas leis de movimento antes de usar diversos métodos para descobrir e analisar esses padrões, e só então orientar os investimentos. A eficácia dessa orientação pode ser discutida, mas essa lógica é inegável.

No entanto, na prática, as tendências inevitavelmente mudam ou se revertam. E, dentro ou fora de uma tendência, a aleatoriedade é a característica mais fundamental do mercado de moedas e ações. Grandes capitais agem apenas com objetivos e estratégias, a inércia não importa! Os pequenos investidores só podem seguir o fluxo; ignorar isso pode ser desastroso. Isso traz um grande problema: a aleatoriedade significa ausência de padrões, apenas probabilidades. Toda análise técnica assume a inércia como hipótese básica; quando encontra aleatoriedade, fica sem saber o que fazer. E o mercado de moedas e ações está repleto de aleatoriedade a todo momento, o que torna a análise técnica extremamente difícil!

  1. A história se repete.

Essa hipótese baseia-se na ideia de que as mudanças psicológicas humanas seguem padrões, e o comportamento dos investidores possui uma lógica interna.

A razão fundamental para a existência do mercado é o ser humano, sua busca por riqueza e sua aversão ao risco. Todas as variações nos índices e preços das moedas e ações acontecem em função do comportamento humano, sendo influenciadas por leis psicológicas humanas e seguindo certas lógicas internas. Por exemplo, se uma pessoa faz algo para ganhar dinheiro, na próxima situação semelhante, provavelmente fará o mesmo; se essa ação resultou em prejuízo, e a pessoa tem memória e autocontrole, na próxima situação semelhante, geralmente não repetirá o erro. Assim, a regra do mercado se forma, e o “Senhor História” volta a atuar.

Com base nisso, a teoria da análise técnica acredita que os resultados obtidos ao estudar os dados históricos dos índices e preços das moedas podem orientar o futuro. Se essa hipótese não se sustentar, toda teoria se torna uma brincadeira, uma piada. Ela deve ser considerada uma das hipóteses fundamentais, pois está de acordo com as leis de conhecimento e comportamento humanas.

Porém, a repetição da história não significa que ela não possa sofrer alterações. O que se repete são as leis objetivas e a lógica interna; suas formas específicas podem variar infinitamente, e essa é a verdadeira natureza do mercado de moedas e ações. O fato de algo ter acontecido assim antes não garante que acontecerá do mesmo jeito agora. Essa lógica mecânica de números e programas não funciona no mercado de moedas e ações. Se insistirmos nela, certamente enfrentaremos dificuldades e decepções.

Essas são as três hipóteses básicas da análise técnica. Conhecê-las nos ajuda a compreender corretamente os resultados que ela fornece, além de entender suas limitações e pontos críticos.

Geralmente, considera-se que os três elementos da análise técnica são: preço, volume de negociação e tempo.

Como é um mercado, o preço é indispensável, e o preço depende de variações. Essas variações têm limites, ou seja, o intervalo de variação do preço, que é o conteúdo mais importante da análise técnica.

Como é um mercado, também não podemos deixar de considerar o volume de negociação. Por trás dele está o movimento de entrada e saída de capital. A busca do capital por valorização e proteção contra riscos é realizada por meio dessas entradas e saídas. Os motivos e as forças por trás das oscilações de preço vêm do desejo de lucro e da proteção do capital, e o volume de negociação é o rastro deixado por esses movimentos de diferentes capitais no mercado. Portanto, o volume de negociação é um elemento crucial na análise técnica. Sem observar e analisar o volume e suas mudanças, a análise técnica dificilmente será considerada científica, objetiva e completa; seu valor será comprometido.

A evolução do preço, as mudanças no volume de negociação, formam, juntas, o processo de evolução das operações. Qualquer evolução ocorre ao longo do tempo; o desejo de lucro e proteção do capital, seja realizado ou frustrado, exige um processo, e esse processo só se revela após certo tempo.

Ao falar das três hipóteses na análise de investimentos, mencionamos a tendência. Como discutir tendência sem considerar o tempo? Uma vez formada, a tendência dura um certo período, mas nenhuma tendência é eterna. Após algum tempo, ela termina e uma nova tendência pode surgir. Portanto, o tempo também é o elemento mais importante na análise técnica.

Os três elementos têm um papel e valor inegáveis na análise técnica. São os três elementos centrais para os investidores, naturalmente focados por essa análise. A análise técnica é feita por pessoas; sendo assim, ela deve atender às necessidades humanas de sobrevivência. A busca pelos três elementos é tanto uma consequência do objetivo da análise técnica quanto uma necessidade de sobrevivência dos profissionais. Contudo, essa busca pode gerar efeitos colaterais, que apontarei ao falar de algumas teorias de análise técnica posteriormente. Além disso, alguns resultados de análise técnica, mesmo amplamente reconhecidos, não incluem necessariamente todos os três elementos. Também apontarei isso mais adiante. Essas evidências mostram que não se deve absolutizar os três elementos.

Tanto as três hipóteses quanto os três elementos surgiram com o objetivo de utilidade prática, de aprimorar a capacidade de previsão e orientação da análise técnica. Acreditamos que a utilidade é essencial; sem ela, não faz sentido estudar. A previsão, por sua vez, não é tão necessária, pois nem mesmo os melhores especialistas conseguem prever com precisão. Se a previsão não for confiável, qual a utilidade de uma orientação? Seguir uma previsão incerta é arriscado. Portanto, se a previsão é difícil de confiar, também devemos questionar sua orientação e impacto.

A análise técnica é importante porque aprofunda nossa compreensão do movimento do mercado de moedas e ações. Confiar demais nela, porém, não é recomendável, pois ela se baseia em simplificações e hipóteses, muitas vezes ignorando um dos três elementos principais. Pode confiar? Além disso, fora esses três elementos, deve-se considerar o ambiente de mercado, que é um fator importante. Será que, por causa da primeira hipótese, podemos desprezar o ambiente de mercado? A influência do ambiente de mercado é bem conhecida; uma análise técnica completa não pode ignorar esse fator. Especialmente na análise de moedas específicas, mesmo que a primeira hipótese cubra o mercado, não se deve subestimar a influência do movimento geral do mercado sobre as moedas individuais.

Preço, volume de negociação, tempo e, ainda, o ambiente de mercado, compõem uma análise técnica mais completa.

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