O espaço de custódia de criptomoedas está a testemunhar uma mudança estrutural à medida que as instituições financeiras tradicionais navegam por novas águas regulatórias. A Hauck Aufhäuser Digital Custody, braço alemão do ABN AMRO, recentemente obteve autorização ao abrigo do Regulamento da UE sobre Mercados em Cripto-Ativos (MiCAR), marcando um marco crítico para os serviços de criptomoedas de grau institucional em toda a União Europeia.
Para além de garantir a luz verde regulatória, o banco agiu rapidamente para demonstrar a aplicabilidade prática do MiCAR. Em parceria com o DZ BANK, o banco cooperativo central da Alemanha, o ABN AMRO executou o seu primeiro contrato derivado inteligente transfronteiriço de balcão — uma transação de 10 dias que mostrou os ganhos de eficiência possíveis quando a infraestrutura blockchain trata de processos tradicionalmente manuais.
O aspeto mais destacado: todo o fluxo de trabalho — precificação, ajustes de colateral e liquidações de fundos — operou na cadeia sem intermediários. A reconciliação diária ocorreu automaticamente, com os pagamentos a fluírem através da rede (SEPA) e refletidos instantaneamente de volta no contrato inteligente. Este caso de teste no mundo real sugere que o MiCAR não é apenas teatro regulatório; está a possibilitar modelos operacionais que anteriormente eram impraticáveis para os players institucionais.
Para o mercado mais amplo, este desenvolvimento indica que os reguladores europeus estão a avançar além da concessão de permissões, entrando na validação de utilidade. Os bancos já não perguntam “podemos fazer isto sob o MiCAR?” mas sim “como podemos escalá-lo?”
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ABN AMRO Executa Negócio Pioneiro de Derivados Inteligentes sob o Novo Conjunto de Regras MiCAR
O espaço de custódia de criptomoedas está a testemunhar uma mudança estrutural à medida que as instituições financeiras tradicionais navegam por novas águas regulatórias. A Hauck Aufhäuser Digital Custody, braço alemão do ABN AMRO, recentemente obteve autorização ao abrigo do Regulamento da UE sobre Mercados em Cripto-Ativos (MiCAR), marcando um marco crítico para os serviços de criptomoedas de grau institucional em toda a União Europeia.
Para além de garantir a luz verde regulatória, o banco agiu rapidamente para demonstrar a aplicabilidade prática do MiCAR. Em parceria com o DZ BANK, o banco cooperativo central da Alemanha, o ABN AMRO executou o seu primeiro contrato derivado inteligente transfronteiriço de balcão — uma transação de 10 dias que mostrou os ganhos de eficiência possíveis quando a infraestrutura blockchain trata de processos tradicionalmente manuais.
O aspeto mais destacado: todo o fluxo de trabalho — precificação, ajustes de colateral e liquidações de fundos — operou na cadeia sem intermediários. A reconciliação diária ocorreu automaticamente, com os pagamentos a fluírem através da rede (SEPA) e refletidos instantaneamente de volta no contrato inteligente. Este caso de teste no mundo real sugere que o MiCAR não é apenas teatro regulatório; está a possibilitar modelos operacionais que anteriormente eram impraticáveis para os players institucionais.
Para o mercado mais amplo, este desenvolvimento indica que os reguladores europeus estão a avançar além da concessão de permissões, entrando na validação de utilidade. Os bancos já não perguntam “podemos fazer isto sob o MiCAR?” mas sim “como podemos escalá-lo?”