A história de Alison Botha é um claro exemplo de resiliência extrema.


A 18 de dezembro de 1994, em Port Elizabeth (África do Sul), esta jovem de 27 anos foi sequestrada à ponta de faca por Frans du Toit e Theuns Kruger em frente à sua casa. Levaram-na para uma zona isolada, onde a violaram, a esfaquearam 36 vezes no abdómen e lhe cortaram a garganta em 17 ocasiões, para depois a abandonarem acreditando que estava morta.
Mesmo assim, conseguiu manter-se consciente: com uma mão segurava a sua cabeça e com a outra tentava recolocar os seus órgãos enquanto se rastejava até à estrada. Aí foi encontrada por uns automobilistas.
Os médicos classificaram a sua sobrevivência como um autêntico milagre.
Os seus agressores foram condenados a prisão perpétua.
Anos depois, Alison escreveu o livro Tenho Vida (1998) e tornou-se uma reconhecida oradora motivacional. A sua história também foi levada ao documentário Alison (2016).
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