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O Clinton deixou uma mina de ouro, mas depois de mais de 20 anos transformou-se num "buraco negro" de 39 biliões de dólares. Como é que os Estados Unidos chegaram a este ponto?
Quando o Clinton saiu do cargo, deixou para os EUA uma mina de ouro — um excedente orçamental de mais de 200 mil milhões de dólares no Tesouro. Na altura, a dívida pública representava pouco mais de 30% do PIB, e as linhas de montagem de Detroit trabalhavam dia e noite. Mas, passados mais de vinte anos, a dívida pública no livro de contas ultrapassou os 39 biliões, e cada recém-nascido, ao nascer, já tem uma dívida superior a 11 mil dólares.
Os "bons dias" da era Clinton basearam-se realmente em três estratégias: aumentar os impostos aos ricos, promover o comércio livre e reduzir os gastos militares. Em 1993, a taxa máxima de imposto subiu de 31% para 39,6%, e com o Acordo de Livre Comércio da América do Norte, o mercado foi aberto, levando os automóveis americanos a venderem globalmente. As três principais fabricantes de automóveis chegaram a deter cerca de 70% do mercado, e os trabalhadores congestionavam as principais vias ao fim do dia.
Mas também surgiram riscos — os gastos com saúde passaram de 0,23% do PIB em 1965 para 9,2% em 2019, e o fundo de segurança social está previsto para acabar em 2033.
Com a chegada do Bush Jr., a redução de impostos e a guerra acenderam um fogo que consumiu as finanças públicas. Em 2001, a redução de impostos levou a taxa máxima de imposto de volta a 35%, e com a guerra do Iraque, os gastos militares totalizaram 2,4 biliões de dólares, o que equivalia a toda a poupança de uma década de Clinton.
Na crise financeira de 2008, os fundos de resgate foram lançados repetidamente, e a dívida pública dobrou em cinco anos. Em 2020, com a pandemia, os gastos aumentaram ainda mais, e a proporção da dívida em relação ao PIB disparou para 127,7%.
O mais preocupante é que o país entrou num ciclo vicioso de "dívida sobre dívida". Em 2025, só os juros terão de ser pagos 1,24 biliões de dólares — mais do que o orçamento militar anual. A Reserva Federal tentou subir as taxas de juro para controlar a inflação, mas isso só aumentou o custo da dívida.
A estrutura demográfica também agrava a situação. Até 2030, mais de 70 milhões de americanos terão mais de 65 anos, e os gastos com saúde e reformas de reforma social irão consumir cerca de 40% do orçamento federal. Até os bancos centrais globais começaram a acumular ouro silenciosamente, o que, no fundo, reflete uma desconfiança crescente na credibilidade do dólar.
A dívida dos EUA não é uma dívida de um dia, mas o resultado de uma luta política e de uma política de "gastar amanhã o dinheiro de hoje" ao longo de décadas. Os dois partidos políticos fazem promessas para ganhar votos, mas acabam por deixar as crianças ainda por nascer a pagar a conta.
Por agora, o domínio do dólar ainda sustenta a economia, mas o mundo já não aceita tudo de bom grado. Para resolver esta questão, é preciso agir de forma séria: por exemplo, criar um "Comitê de Disciplina Fiscal" que vincule o limite da dívida ao crescimento do PIB; reformar os sistemas de saúde e reforma social, introduzindo mecanismos de concorrência para reduzir custos; e, mais importante, fazer a manufatura voltar a acontecer de verdade, reforçando a base fiscal.
No final das contas, cada recém-nascido carrega uma dívida de 11 mil dólares, que terá de ser paga por toda a sociedade. Isso exige mais do que uma visão partidária — exige responsabilidade pelo futuro do país. Afinal, quanto mais dívida houver, talvez não seja possível resistir para sempre, mas um dia ela poderá esmagar tudo.