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#PowellDovishRemarksReviveRateCutHopes As declarações dovish de Powell revivem as expectativas de cortes de juros
O sentimento do mercado mudou drasticamente na quarta-feira, quando o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, adotou um tom notavelmente dovish em seu último discurso, levando os investidores a novamente precificar a possibilidade de cortes de juros mais tarde neste ano.
Na sua declaração preparada perante o Comitê Conjunto de Economia, Powell reconheceu que, embora o mercado de trabalho permaneça sólido, dados recentes sugerem que a natureza restritiva da política monetária atual está a pesar mais fortemente na atividade económica do que o previsto anteriormente.
“A inflação reduziu-se substancialmente no último ano, embora ainda permaneça um pouco elevada”, disse Powell. “Se o mercado de trabalho mostrar uma fraqueza inesperada, ou se a inflação diminuir mais rapidamente do que o previsto, temos as ferramentas e a vontade de agir.”
Os mercados interpretaram as declarações como uma mudança significativa em relação à narrativa anterior do banco central de “mais alto por mais tempo”. Após a divulgação das declarações preparadas de Powell, os traders de contratos futuros de fundos federais passaram a precificar totalmente um corte de 25 pontos base na reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC) de setembro, com uma segunda redução agora com probabilidades elevadas até ao final do ano.
Reação do Mercado
A reação imediata do mercado foi pronunciada. O índice de referência S&P 500 subiu 0,8% para um novo recorde intradiário, enquanto o índice Russell 2000, que é sensível às taxas, saltou quase 2%. O Nasdaq Composite também ganhou, subindo 1,1%, liderado pelas ações de tecnologia, que beneficiam de taxas de desconto mais baixas.
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos títulos do Tesouro caíram em toda a curva. O rendimento do título de 10 anos caiu 12 pontos base para 4,32%, enquanto o rendimento do título de 2 anos, mais sensível às expectativas de política de curto prazo, caiu 14 pontos base para 4,68%.
O dólar dos EUA enfraqueceu-se face a uma cesta de moedas principais, caindo 0,6%, à medida que a perspetiva de redução das diferenças de taxas com outros bancos centrais globais diminuiu a vantagem de rendimento do dólar.
Os Dados por Trás do Tom Dovish
Analistas observaram que a mudança de tom de Powell parece estar validada por uma série de indicadores económicos mais suaves divulgados nas últimas duas semanas. O relatório de emprego de abril mostrou que as folhas de pagamento não agrícolas aumentaram 175.000, muito abaixo dos 315.000 revisados para baixo em março. Além disso, o mais recente relatório do Índice de Preços ao Consumidor (CPI) mostrou uma inflação subjacente a arrefecer para o ritmo anual mais baixo em três anos.
“Powell está efetivamente a sinalizar que a função de reação do Fed mudou”, disse Michael Feroli, economista-chefe dos EUA na JPMorgan. “Eles já não precisam de ver deterioração no mercado de trabalho para cortar; só precisam de ver confiança contínua de que a inflação está a mover-se de forma sustentável para 2%. Os comentários de hoje abrem a porta para uma ação em setembro.”
Contexto Político
As declarações também surgem numa altura politicamente sensível, à medida que o país se prepara para as eleições presidenciais de novembro. Embora Powell tenha reiterado o compromisso do Fed com a dependência de dados e a independência política, a perspetiva de cortes de juros no outono provavelmente se tornará um tema central do debate económico na campanha eleitoral.
Quando questionado sobre o timing de possíveis cortes em relação ao calendário eleitoral, Powell recusou-se a comentar questões políticas, afirmando que o Fed “não considera ciclos eleitorais nas nossas decisões.”
Perspetivas
Olhando para o futuro, os investidores irão agora concentrar-se no próximo índice de preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE) — o indicador de inflação preferido do Fed — que será divulgado no final deste mês. Uma confirmação da recente tendência de desinflação nesse relatório poderia consolidar as expectativas de uma redução de juros em setembro.
No entanto, alguns estrategas alertaram que o mercado pode estar a avançar demasiado. “Powell deu luz verde ao mercado para precificar cortes, mas não se comprometeu com um cronograma específico”, observou Diane Swonk, economista-chefe da KPMG. “Se a inflação se mostrar persistente nos próximos dois relatórios, este rally em ativos de risco poderá reverter-se rapidamente.”