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Recentemente, tenho visto muitas pessoas a dizer que as 12 palavras mnemónicas da carteira de Satoshi Nakamoto foram hackeadas e que 10 delas já foram comprometidas, alegando que estão prestes a ser quebradas por força bruta. Preciso dizer-te diretamente que isso é completamente falso.
Primeiro ponto crucial: a carteira de Satoshi Nakamoto não possui palavras mnemónicas. Por quê? Porque a linha do tempo não bate. Quando Satoshi minerou o bloco génesis em janeiro de 2009, essa norma BIP39 ainda não existia. Este esquema de palavras mnemónicas foi proposto apenas em 2013. Pensa bem, naquela altura o Bitcoin ainda estava na sua fase inicial, e Satoshi usava o cliente Bitcoin Core mais primitivo, cujo ficheiro de carteira era o wallet.dat, que armazenava diretamente a chave privada. O backup consistia em copiar esse ficheiro. Não existia qualquer mecanismo de recuperação por palavras mnemónicas.
Então, como é que Satoshi distribuiu os seus bitcoins? Essa é uma questão ainda mais interessante. Uma característica evidente na mineração dos primeiros blocos é que, do bloco 1 ao 36 (exceto o bloco 9), todos eles tinham uma "impressão digital" da mesma máquina de mineração, conhecida como o modo "Patoshi". Os bitcoins minerados por Satoshi totalizaram cerca de 1.125.150 BTC, e a maior parte dessas moedas nunca foi movimentada.
Mais importante ainda, esses bitcoins estão dispersos por mais de 22.000 endereços diferentes, mas quase certamente controlados por uma única entidade através de alguns carteiras antigas. Como essas moedas nunca foram movimentadas e as chaves públicas nunca foram expostas, não há motivo para preocupação com a quebra por computação quântica. A carteira de Satoshi é gerida em formato wallet.dat, que armazena a chave privada, não palavras mnemónicas — estes são conceitos completamente diferentes.
Portanto, não se deixem levar por esses rumores. Algumas pessoas podem estar apenas a tentar assustar os novatos e criar pânico.