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Na verdade, muitas pessoas perguntam sobre o tema dos contratos futuros, se são permitidos ou proibidos, e esta questão é muito importante para qualquer pessoa que negoceie nos mercados financeiros.
Vamos começar pelo básico. A alavancagem financeira e os contratos futuros são instrumentos de negociação modernos que se tornaram bastante populares. A ideia é que você consiga abrir uma posição maior do que o seu capital real — por exemplo, 10 vezes — e comprar ou vender ativos num momento futuro a um preço acordado desde já. Mas o problema é que este tipo de negociação envolve riscos muito elevados.
O primeiro e mais importante ponto: a usura (riba). Quando você usa alavancagem financeira, na prática está a contrair empréstimos e a pagar juros sobre esse dinheiro. O Islão proibiu claramente a usura — Allah disse: "E Allah permitiu a venda e proibiu a usura" e, noutro versículo: "Ó vós que credes, temei a Allah e deixai o que resta da usura, se sois crentes". Esta é uma proibição explícita, sem ambiguidades.
O segundo ponto: jogo de azar e gharar (incerteza excessiva). Contratos futuros são permitidos ou proibidos? A resposta depende de você entrar numa posição sem certeza de lucro ou prejuízo. O Mensageiro de Allah (que a paz e as bênçãos estejam com ele) proibiu vender com gharar — ou seja, a venda em que não há clareza nem transparência. Nos contratos futuros, o negociador aposta na movimentação do preço sem ter qualquer garantia, e isto, de facto, entra na categoria do gharar.
A sabedoria por trás da proibição é muito clara. O Islão não proíbe algo por simples motivo de proibir; fá-lo para proteger o indivíduo e a sociedade. Muitas pessoas, sobretudo principiantes, perdem todo o seu dinheiro neste tipo de negociação. As empresas financeiras aproveitam o desejo de lucro rápido e expõem as pessoas a riscos enormes. E no Islão, o dinheiro é uma responsabilidade; qualquer grande perda pode afetar a família e a comunidade.
Há um ponto importante: distinguir a negociação normal da negociação com alavancagem. Se você compra ações ou moedas com o seu próprio dinheiro, sem alavancagem, isto é completamente diferente. Mas quando entra a alavancagem, o empréstimo e a usura, o assunto passa a ser proibido.
No fim, os contratos futuros são permitidos ou proibidos? A resposta é clara do ponto de vista religioso — devido à usura, ao gharar e aos grandes riscos, a maioria dos estudiosos considera-os proibidos. E o muçulmano que valoriza a sua fé deve procurar formas de negociar e ganhar de maneira lícita, mesmo que seja mais lento e menos emocionante. O lucro lícito é aquele que traz bênção, e o dinheiro puro é aquele com o qual a consciência fica tranquila.