O rendimento dos títulos do governo japonês a 10 anos finalmente subiu para 2,4%, parece uma piada — 2,4% para os investidores globais o que é? Qualquer fundo de mercado monetário nos EUA oferece 5%. Mas isso no Japão, chama-se «virar o mundo de cabeça para baixo».



Nos últimos décadas, o Japão viveu num ambiente de baixas taxas de juro — com «taxas de juro zero ou negativas»: o governo a emprestar dinheiro de forma desenfreada, as empresas a tomar empréstimos quase de graça, e os cidadãos a depositar dinheiro nos bancos sem juros. Agora, essa base está a abalar-se. Quanto maior o rendimento, maior o custo de endividamento do governo japonês, com a dívida pública a ultrapassar os 250% do PIB, e cada ponto percentual de aumento nos juros acrescenta uma grande quantia às contas públicas.

A questão é: o Banco do Japão ousa continuar a subir as taxas de juro? Se subir, a pressão da dívida pode esmagar as finanças públicas; se não subir, o iene continuará a desvalorizar-se, os custos de importação disparar, e a vida dos cidadãos ficará ainda mais difícil. Isto é um dilema, e na economia há um nome para isso: «o destino do Japão».

Desde 1999, o rendimento mais alto, não indica que a economia japonesa esteja mais forte, mas sim que aquela era de taxas negativas absurdas está finalmente a chegar ao fim. Quanto ao que acontecer depois — pergunta-se bem, o mundo inteiro está a perguntar. #Gate广场四月发帖挑战 $PLAY
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