Acabei de ver as mais recentes classificações dos subúrbios mais ricos de America e há algumas mudanças interessantes a acontecer. Scarsdale, Nova Iorque, mantém-se firme no topo pelo segundo ano consecutivo, com um rendimento médio do agregado familiar de cerca de $601k, mas o que me chamou a atenção foi a forma como a Califórnia continua a dominar—agora 17 subúrbios no top 50, acima dos 16 do ano passado.



Quais são as verdadeiras surpresas? Alamo, Califórnia, entrou no top 5 este ano (nem sequer estava no top 50 antes), e Southlake, Texas, subiu do 13.º para o 7.º lugar. Entretanto, alguns destes subúrbios da Bay Area, como Los Altos e Saratoga, ainda têm valores de habitação absolutamente insanos—estamos a falar de $4M+ ou mais. O Texas também está a mostrar força, com cinco subúrbios a romperem o top 50, incluindo três no top 10.

O que é impressionante é a valorização do valor das casas—locais como Rye, Nova Iorque, e West University Place, em Houston, registaram ganhos de 4,4% e 4,6% ano após ano. Por outro lado, algumas zonas caras como Palm Beach chegaram mesmo a descer ligeiramente. Se estiver a acompanhar onde a riqueza se está a concentrar em America, estas 100 cidades mais ricas e os subúrbios que as rodeiam dizem muito sobre para onde o dinheiro está, na prática, a fluir neste momento. Parece que os tradicionais centros de riqueza do Nordeste continuam fortes, mas o Sun Belt está, sem dúvida, a ganhar terreno.
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