Acabei de descobrir que alguns bilhetes antigos que andam por aí podem realmente valer uma fortuna. Tipo, estou a falar de 1.500 a 2.500 dólares por certos bilhetes dos anos 1800 que as pessoas ainda têm por aí. A parte louca? Algumas das maiores denominações já impressas para o público ainda estão tecnicamente em circulação.



Há um bilhete de mil dólares de 1861 com Grover Cleveland que é basicamente o maior bilhete que o governo já fez para uso público. Depois há o bilhete de cincocentos dólares de 1928 com McKinley — esses pararam de circular nos anos 45, mas ainda há alguns por aí. Encontrados em bom estado, podem valer facilmente entre mil e quinzecentos dólares.

As descobertas mais comuns são os bilhetes de cem dólares de 1950 com Benjamin Franklin — esses valem cerca de 120 a 150 dólares se estiverem em condições decentes. Até os bilhetes de cinquenta dólares de 1862 com Grant podem render entre 80 e 100 dólares, dependendo de como estão conservados.

Honestamente, a parte mais louca são os Certificados de Prata de dez dólares de 1933-34. Parecem normais, mas aparentemente os que têm selos verdes claros, em vez dos verdes-azulados mais escuros, valem mais — tipo 20 a 35 dólares se estiverem em estado pristine. O mais interessante é que foram emitidos por apenas oito meses pelo Tesouro em D.C., o que os torna realmente raros, mesmo estando por aí.

Faz-te pensar se já manuseaste um desses sem perceber. Os colecionadores estão definitivamente à caça deles, mas o estado de conservação importa muito mais do que se pensa para determinar o valor real.
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