Recentemente tenho estado a alternar entre a mainnet e a L2, na verdade é trocar gas por certeza. A mainnet é cara mas dá segurança, especialmente para transferências de grandes quantidades, autorizações de limpeza, interações com contratos, aquelas operações em que “errar uma vez é muito chato”, prefiro gastar um pouco mais; a L2 é mais adequada para ações frequentes e pequenas, a experiência é mais suave, e o gas também não me faz doer cada clique.



A minha abordagem de compromisso é bastante simples: a mainnet serve como cofre, a L2 como uma carteira de trocos. Interações diárias tento fazer na L2, mas de tempos em tempos verifico as posições e permissões, para não ficar tão entretido na L2 que me esqueça de quais autorizações ilimitadas dei… Quanto à ponte, não procuro a mais barata, prefiro usar aquela que entendo e que tem menos problemas históricos, mesmo que seja mais lenta.

Recentemente, todos estão a falar de modularidade, camada de dados, os desenvolvedores estão bastante entusiasmados, os utilizadores ao ouvirem pensam “então, qual botão é que devo clicar”… No fundo, acaba por resumir-se a: fazer menos operações inúteis na cadeia, e se for possível fazer tudo de uma vez, melhor do que dividir em três passos. Enfim, não vou entrar na narrativa grandiosa agora, primeiro tenho de controlar o drawdown.
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