Festa na madrugada! A batalha de tokenização das quatro grandes instituições financeiras: JPMorgan com 1 trilhão de dólares em destaque, Goldman Sachs com cobertura total de categorias, a última oportunidade dos investidores de varejo para aproveitar o fundo do poço?

Hoje vamos conversar sobre a situação real na pista de tokenização de instituições financeiras. Quatro grandes bancos — JPMorgan Chase, Goldman Sachs, HSBC e BNY Mellon — seguiram quatro caminhos completamente diferentes. Não se deixe enganar por aqueles PPTs chamativos, vamos focar apenas em quatro indicadores-chave: volume de transações, amplitude de produtos, conformidade regulatória e modelo de infraestrutura.

Primeiro, olhemos para o volume de transações, o sistema Kinexys do JPMorgan Chase acumulou um valor liquidado de mais de 1 trilhão de dólares, atuando principalmente na gestão de garantias tokenizadas e liquidação de recompra intradiária. Note esse número — 1 trilhão de dólares é um ponto de inflexão; ao ultrapassá-lo, reguladores e gestores de ativos institucionais passam a considerar esse sistema uma ferramenta madura de uso comercial, e não apenas um experimento. O produto do JPMorgan segue uma rota de especialização, focando apenas em três cenários: liquidação em dinheiro com JPM Coin, gestão de garantias e liquidação de recompra. Mas há uma clara limitação — o Kinexys é uma rede privada e fechada, acessível apenas aos clientes institucionais próprios do JPMorgan, impossibilitando que contrapartes que não fazem negócios com o banco utilizem a plataforma.

A Goldman Sachs lidera em diversidade de produtos entre as quatro instituições. A plataforma de ativos digitais do Goldman (GS DAP) já ajudou bancos de investimento europeus, o banco central de Hong Kong e outras entidades soberanas a emitir títulos tokenizados, além de oferecer fundos de mercado monetário tokenizados para gestão de caixa corporativa. Também é membro fundador da Canton Network. A estrutura de clientes do Goldman exige uma cobertura de múltiplas categorias — emissores soberanos, empresas, gestores de ativos — e por isso oferece uma gama variada de produtos. Contudo, a Goldman não divulgou dados de volume de negociações públicas, o que deixa essa métrica ausente.

O HSBC aposta na plataforma Orion para se diferenciar, focando em títulos tokenizados transfronteiriços e finanças sustentáveis. Em novembro de 2023, lançou um produto de ouro tokenizado lastreado em ouro físico de Londres; em março de 2024, expandiu para o mercado de varejo de Hong Kong. Em fevereiro de 2024 e novembro de 2025, a Orion ajudou o Hong Kong Monetary Authority a emitir a maior emissão global de títulos verdes digitais. O diferencial do HSBC é sua rede global — com presença consolidada na Ásia, Oriente Médio e mercados emergentes, onde a regulamentação de ativos digitais está se aprimorando rapidamente, enquanto JPMorgan e Goldman Sachs ainda têm penetração limitada nessas regiões.

A BNY Mellon tem uma abordagem completamente diferente. Como a maior instituição de custódia global, ela não emite produtos tokenizados, mas fornece serviços de custódia de base para as operações das outras três instituições. Quando Goldman Sachs emite títulos, a BNY Mellon realiza a custódia; qualquer conta regulada que detenha ativos tokenizados depende dela. A desvantagem clara é que a BNY Mellon não lança produtos ativamente e não possui uma escala de negócios front-end.

Comparando os quatro aspectos: no volume de transações, o JPMorgan lidera de longe; na diversidade de produtos, o Goldman Sachs domina; em conformidade regulatória, todas as quatro já fizeram avanços, com JPMorgan e Goldman Sachs tendo maior contato com reguladores de diferentes países, enquanto o HSBC se beneficia de sua localização em Hong Kong; no modelo de infraestrutura, o JPMorgan constrói uma rede privada fechada, o Goldman Sachs opera em duas frentes (plataforma própria + rede compartilhada), e o HSBC e a BNY Mellon participam principalmente de redes compartilhadas.

Qual é a descoberta mais importante? Este mercado não se consolidará em uma única infraestrutura. Diversos caminhos paralelos coexistirão, atendendo a diferentes clientes. Mas essa diversidade também traz riscos de fragmentação — se as redes se tornarem ilhas isoladas, com pouca interoperabilidade entre elas, a eficiência trazida pela blockchain ficará limitada ao ecossistema de um único banco. A fragmentação futura dependerá de dois fatores: o progresso na implementação de padrões de interoperabilidade entre Canton e outras redes, e a velocidade de aprimoramento do quadro regulatório unificado para títulos tokenizados em diferentes países. Minha previsão é que, nos próximos 5 a 10 anos, as redes institucionais irão melhorar sua interoperabilidade, mas esse processo será longo e cheio de incertezas.

Quatro bancos, quatro rotas diferentes. JPMorgan com seu volume de transações, Goldman Sachs com seu portfólio de produtos, HSBC com sua presença global única, e BNY Mellon com seu monopólio na custódia de base. Quem construirá a barreira mais forte daqui a dez anos? Vamos acompanhar.


Siga-me para mais análises e insights em tempo real do mercado de criptomoedas! $BTC $ETH $SOL

#我的Gate交易时刻 #Primeira aparição de Wosh: Federal Reserve mantém taxa de juros inalterada #Previsão Copa do Mundo Canadá vs Catar

GS0,85%
JPMON0,63%
JPM0,29%
HSBC1,01%
CC2,95%
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
  • Recompensa
  • Comentar
  • Republicar
  • Partilhar
Comentar
Adicionar um comentário
Adicionar um comentário
Nenhum comentário
  • Fixado