Quão miserável é um homem de 30 anos divorciado?


Tenho um amigo que se divorciou no ano passado. A vida dele resume-se a duas coisas: ver gráficos de ações e raparigas.
Assim que chega o inverno, ele voa para o Sudeste Asiático, alternando entre Vietname, Tailândia e Laos. Nas palavras dele, as raparigas dali são doces, não causam problemas e sabem cuidar de um homem. Preço fixo, boa atitude, dá a sensação de estar apaixonado.
“Todos os dias a saborear durião à vontade, a saborear raparigas tenras à vontade.”
Perguntei-lhe se alguma vez pensou em reconciliar-se com ela. Ele olhou para mim e respondeu: “Nunca mais faças perguntas parvas dessas.”
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