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Por que os Yamals estão a falhar? — Diário de apostas do Mundial do Xiao Caishen 🔥

Amanhã, Portugal contra Espanha é visto como um duelo entre Cristiano Ronaldo e Yamal, ambos com um início de torneio difícil. Ronaldo recuperou alguma forma, mas Yamal continua em baixo, com apenas 1 golo. Além disso, enquanto Messi, Mbappé e Haaland marcam 7 golos cada e dominam a tabela dos melhores marcadores, a Espanha, a grande favorita ao título, não tem ninguém no primeiro escalão. Então, por que é que os Yamals estão a falhar?

I. Yamal não está a "falhar", está "selado"

Primeiro, um facto que muitos ignoram: Yamal tem, na verdade, 1 golo e 3 assistências neste Mundial, os números não são maus. O problema é que todos o comparam com Messi, e ele tem apenas 60% da capacidade de Messi neste momento.

A razão é cruel: antes do Mundial, Yamal tinha acabado de recuperar de uma lesão muscular na coxa. Por precaução, De la Fuente limitou rigorosamente o seu tempo de jogo na fase de grupos. A análise do conhecido comentador Zhan Jun é certeira: o número de toques na bola de Yamal neste Mundial é apenas 58% do que foi no Euro 2024, e a taxa de sucesso em dribles caiu 23 pontos percentuais.

Por outras palavras, o Yamal que vês não é o verdadeiro Yamal. É um Yamal que foi "limitado" pelo treinador, um Yamal que ainda está a encontrar o ritmo de jogo.

E Messi? O rei do futebol, com 39 anos, fez um hat-trick logo na primeira jornada da fase de grupos, mais golos num só jogo do que Yamal em todo o Mundial. Essa é a diferença entre um Messi "de plena forma" e um Yamal "a 60%".

II. A "maldição do tiki-taka" espanhola: a bola entra, mas não são os avançados que marcam

Esta é a razão fundamental pela qual a Espanha não tem ninguém na tabela dos melhores marcadores.

Vê estes dados: em 4 jogos (3 da fase de grupos + 1 dos oitavos de final), a Espanha marcou 8 golos, distribuídos assim:

Oyarzabal 4 golos, Yamal 1, Baena 1, Cucurella 1, Merino 1. Ninguém tem mais de 4 golos, e quem esperava que Oyarzabal fosse o líder?

Porquê? Porque a lógica tática da Espanha nunca é "fazer o avançado marcar", mas sim "fazer funcionar o sistema".

Com Rodri, Pedri e Gavi no meio-campo, a posse de bola média é superior a 65%. A tarefa deles é manter a bola, exaurir a energia do adversário e rasgar a defesa. O golo? É o último passo, e quem calhar marca.

Este estilo é perfeito contra equipas fracas — na fase de grupos, 5 golos e 0 sofridos; nos oitavos, 3-0 contra a Áustria; o guarda-redes Simón mantém 519 minutos sem sofrer golos. Mas a consequência é que ninguém pode marcar muitos golos, porque a posse é diluída, as oportunidades de remate são dispersas, toda a gente "faz o pão" e ninguém "come".

Compara: Messi é o núcleo absoluto da Argentina, toda a tática gira à volta dele, ele remata quando quer. Mbappé é o finalizador da França, no contra-ataque a bola chega-lhe logo para rematar. Haaland é tudo para a Noruega, a equipa inteira alimenta-o. Eles três são "reis do futebol", os jogadores espanhóis são "operários".

III. O fatal "falso 9" — sem Morata, quem finaliza?

A maior lacuna da Espanha neste Mundial não é o estado de Yamal, mas sim o facto de não terem um ponta-de-lança de raiz.

Morata não foi convocado. Oyarzabal, apesar de ter marcado 4 golos como uma surpresa agradável, é essencialmente um avançado de "chegada", não um "ponta-de-lança de referência". Iglesias tem função de pivô, mas a sua capacidade de finalização está um nível abaixo de Morata.

O resultado? O ataque espanhol depende extremamente de cruzamentos das alas ou de remates de longa distância e chegadas de trás dos médios. A análise de Zhan Jun é precisa: 40% dos golos da Espanha vêm de remates de longa distância ou de incursões ofensivas de médios; os avançados contribuíram com apenas 1 golo.

Quando a tua equipa não tem alguém na área para "esperar a bola", os golos só podem vir "por sorte". Oyarzabal teve sorte e marcou 4, mas não podes esperar que um avançado da Real Sociedade salve toda a equipa jogo após jogo.

IV. O "esforço solitário" de Yamal — toda a pressão ofensiva recai sobre um miúdo de 18 anos

O problema mais profundo: os meios ofensivos da Espanha são demasiado limitados.

Zhan Jun, após a fase de grupos, apontou certeiro: "O único jogador capaz de fazer ruturas constantes no ataque espanhol é Yamal. Os outros jogadores carecem, em geral, de capacidade de progressão para a frente. Quase toda a pressão ofensiva recai sobre Yamal."

O que significa isto? Significa que, se o adversário neutralizar Yamal, o ataque espanhol fica paralisado.

O jogo da primeira jornada da fase de grupos contra Cabo Verde é a melhor prova: nesse jogo, Yamal não jogou, a Espanha teve 74% de posse e 27 remates, e o resultado foi 0-0. Não foi por Cabo Verde ser forte, foi por a Espanha não saber atacar sem Yamal.

E agora Yamal está apenas a 60%, o que equivale a dizer que o ataque espanhol está a 40%. Queres que uma equipa com 40% de capacidade ofensiva compita em número de golos com Messi, Mbappé e Haaland? Não é uma piada?

V. Os oitavos de final são a verdadeira prova — o "gene de arranque lento" espanhol

Por último, há uma regra histórica que muitos ignoram: a Espanha é uma equipa tipicamente "de arranque lento".

Em 2010, quando ganhou o título, Villa só explodiu a partir dos oitavos de final e acabou com 5 golos, vencendo a Bota de Ouro. No Mundial de 2022, Morata não marcou na fase de grupos e só encontrou o ritmo nos oitavos.

Neste Mundial, a trajetória de explosão de Oyarzabal copia perfeitamente a de Villa na altura — anónimo na fase de grupos, e de repente bis nos oitavos de final.

Portanto, o facto de a Espanha não ter ninguém na tabela dos melhores marcadores não significa que não tenha marcadores. Os 4 golos de Oyarzabal já igualam Dembele e Vinícius, colocando-o nos primeiros lugares da tabela. Só que, comparado com monstros como Messi, Mbappé e Haaland, que "massacram desde a fase de grupos", os golos da Espanha chegam demasiado tarde, são demasiado dispersos e demasiado pouco "brilhantes".

Para terminar

Messi tem 7 golos porque toda a tática argentina está ao seu serviço. Mbappé tem 7 golos porque o contra-ataque francês foi desenhado para ele. Haaland tem 7 golos porque toda a Noruega é a sua equipa de passes.

E os 7 golos de Espanha (na verdade 8) são "partilhados" por 11 jogadores.

Isto não é um defeito, é a filosofia espanhola — acreditam que o tiki-taka pode vencer tudo, que o sistema é maior do que o indivíduo, que a defesa é a base do título. Quatro jogos sem sofrer golos é a melhor prova.

Mas no mundo do futebol há uma lei cruel: a tabela dos melhores marcadores não olha para a posse de bola, só para o número de golos.

Yamal vai recuperar, Oyarzabal vai continuar a marcar, o sistema espanhol não vai colapsar. Mas se querem competir com Messi, Mbappé e Haaland na tabela dos marcadores —

O que precisam não é de mais posse, mas de alguém que espere a bola dentro da área.
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ThisIsTranslateContent:
· 1h atrás
HODL firme💎
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ThisIsTranslateContent:
· 1h atrás
Vai em frente e pronto 👊
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FatYa888
· 3h atrás
HODL firmemente💎
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Venüs_
· 3h atrás
2026 VAMOS VAMOS VAMOS 👊
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HighAmbition
· 3h atrás
boa informação 👍
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