#世界杯冠军预测 Meias-finais da Taça do Mundo: quatro campeões em destaque! França, Espanha, Inglaterra e Argentina frente a frente — quem vai pisar o palco da final



As luzes nos quatro estádios apagam-se uma a uma — todas as quatro equipas finalistas já estão definidas
Entre 10 e 12 de julho, hora de Pequim, disputaram-se as quatro meias-finais da fase de 1/4, uma após outra. França 2-0 em vingança sobre Marrocos; Espanha 2-1 com golo decisivo sobre a Bélgica; Inglaterra 2-1, ao virar no prolongamento contra a Noruega; Argentina 3-1, também no prolongamento, vencendo a Suíça com dez jogadores. França, Espanha, Inglaterra e Argentina — as quatro equipas campeãs do Mundo em toda a história reuniram-se nas meias-finais pela primeira vez.

Ficou definido o emparelhamento das meias-finais: França vs Espanha, Inglaterra vs Argentina. Quatro equipas, quatro histórias, quatro formas de jogar.

França: três edições consecutivas, sólida como uma rocha
A primeira meia-final de 1/4 foi em Boston. Mbappé desperdiçou uma grande penalidade no primeiro tempo, e o guarda-redes marroquino Bounou agarrou a bola junto ao corpo. Mas aos 64 minutos, no segundo tempo, Dembélé tocou de leve para Mbappé, e o capitão francês ajustou dois passos e disparou um míssil para o canto distante. Seis minutos depois, Olise fez um passe subtil, Mbappé serviu e Dembélé finalizou para o canto distante — 2-0. A França tornou-se a primeira equipa a carimbar o apuramento para as meias-finais. Mbappé, com 8 golos, lidera a lista de marcadores e tornou-se o primeiro jogador da história a marcar pelo menos 8 golos em duas Taças do Mundo consecutivas. Três presenças seguidas nas meias-finais — esta formidável França está a aproximar-se da definição de um “império”. No embate das meias-finais com a Espanha, eles irão aparecer pela primeira vez num estádio coberto.

Espanha: dezasseis anos de espera, duas vezes com golo decisivo
A segunda partida dos 1/4 realizou-se em Los Angeles. Aos 30 minutos, o remate de Olmo foi bloqueado, e Fabian Ruiz surgiu para a recarga e marcou. Aos 41 minutos, De Ketelaere empatou de cabeça — este golo pôs fim ao recorde histórico da Espanha na Taça do Mundo: 650 minutos seguidos sem sofrer golos. Aos 88 minutos, depois de entrar como suplente, Merino seguiu a jogada e marcou na recarga — 2-1, golo decisivo. Passados 16 anos, a Espanha regressa às quatro equipas da Taça do Mundo. Do golo decisivo sobre Portugal aos 91 minutos nos 1/8, ao golo decisivo sobre a Bélgica aos 88 minutos nos 1/4 — esta Espanha já não tem apenas controlo de bola e posse; tem também a instinto de matar o jogo. Nas meias-finais, defronta o velho rival, a França — um duelo europeu de topo está para acontecer.

Inglaterra: oito anos de espera, viragem no prolongamento
A terceira partida dos 1/4 aconteceu em Miami. Aos 36 minutos, Scheldrup lançou algo que parecia um passe e foi um remate de mundo — a Noruega abriu vantagem por 1-0. No período de compensação do primeiro tempo, Bellingham driblou dentro da área e rematou para empatar. No prolongamento, aos 93 minutos, o remate de longa distância do suplente Rogers levou a uma falha do guarda-redes; Bellingham foi rápido na recarga e fez o bis — 2-1. A Inglaterra regressou às meias-finais da Taça do Mundo após 8 anos, alcançando pela quarta vez na sua história. Bellingham já marcou 6 golos nesta edição, igualando o recorde de um jogador inglês numa Taça do Mundo, que era detido por Lineker e Kane. Kane fez a sua 120.ª aparição pela Inglaterra, empatando com Rooney na segunda posição de todos os tempos; Pickford fez a sua 18.ª participação na Taça do Mundo e tornou-se o primeiro da história do clube a chegar a esse número. O treinador Tuchel tornou-se o primeiro técnico estrangeiro a levar a seleção masculina inglesa aos quatro primeiros. Nas meias-finais, Inglaterra vs Argentina — a reedição da final de 1966, um acerto de contas que se estende por seis décadas está prestes a escrever-se de novo.

Argentina: genética de campeão, golo decisivo no prolongamento
A última partida dos 1/4 foi em Kansas City. Aos 10 minutos, Messi marcou um pontapé de canto; Mac Allister, de perto, cabeceou para o golo como “olhar para trás” — e marcou. Aos 67 minutos, Endoyé, a um ângulo apertado, rematou e empatou. Aos 72 minutos, Enbo lo caiu dentro da área e foi considerado simulação; duas amarelas viraram uma vermelha, e o jogador foi expulso. Aos 90 minutos, 1-1 e o jogo seguiu para prolongamento. No prolongamento, Alvarez e Lautaro marcaram em sequência — a Argentina venceu a Suíça com dez jogadores por 3-1 e garantiu pela segunda vez consecutiva a passagem às meias-finais. Messi, nesta Taça do Mundo, já entregou várias assistências, sagrando-se oficialmente o rei das assistências na história da Taça do Mundo. A Argentina eliminou adversários em duas rondas seguidas, sempre em jogos decididos por reviravolta ou no prolongamento — o mais aterrador desta equipa nunca foi a força no papel, mas sim a garra que impede a quebra perante o desespero. Nas meias-finais, Inglaterra — o adversário da primeira aparição da Argentina no topo do mundo na final de 1966; desta vez, o guião vai ser alterado?

Com as quatro equipas definidas, o troféu espera em casa. A França é a mais consistente; a Espanha, a mais resiliente; a Inglaterra, a mais dura; a Argentina, a mais implacável. Quatro equipas, quatro temperamentos: cada uma percorreu caminhos diferentes e encontraram-se no mesmo destino. Nas meias-finais, Dallas e Miami. Em duas partidas, as quatro equipas campeãs têm apenas dois lugares na final. Há quem ainda esteja a viver o seu último baile, e há quem esteja prestes a ver a juventude florescer. O mais fascinante da Taça do Mundo é que tu nunca sabes como a próxima página será escrita, mas sabes que será certamente emocionante.
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#世界杯冠军预测 Meias-finais do Mundial: quatro campeões em destaque! França, Espanha, Inglaterra e Argentina reúnem-se — quem vai pisar o palco da final

Os focos dos quatro estádios apagam-se um a um — todas as equipas do Top 4 do Mundial já estão confirmadas
Entre 10 e 12 de julho, no horário de Pequim, realizam-se quatro partidas de 1/4 de final, uma após outra. A França vence 2-0 e “tira a vingança” sobre Marrocos; a Espanha ganha 2-1 e mata o jogo no fim contra a Bélgica; a Inglaterra, após prolongamento, vira 2-1 perante a Noruega; a Argentina, após prolongamento, elimina a Suíça com 3-1, reduzida a dez. França, Espanha, Inglaterra e Argentina — as quatro equipas campeãs do Mundial que, pela primeira vez na história, se juntam todas no Top 4.

Definem-se os confrontos das meias-finais: França VS Espanha, Inglaterra VS Argentina. Quatro equipas, quatro histórias, quatro maneiras de viver a mesma época.

França: três edições consecutivas, sólida como uma rocha
O primeiro jogo de 1/4 de final acontece em Boston. Mbappé desperdiça uma grande penalidade no primeiro tempo. O guarda-redes marroquino Bounou agarra a bola com firmeza. No entanto, aos 64 minutos, no segundo tempo, Dourt dá o toque a Mbappé; o capitão francês ajusta dois passos e descarrega um “tiro” para o mundo, sem hipóteses — a bola vai direitinha ao canto distante. Seis minutos depois, Olise faz um passe soberbo, Mbappé serve e Dembélé empurra para o canto distante — 2-0. A França torna-se a primeira equipa a garantir um lugar nas meias-finais. Mbappé lidera a lista de marcadores com 8 golos, tornando-se o primeiro jogador da história a marcar pelo menos 8 golos em dois Mundiais consecutivos. Três meias-finais seguidas — esta excelente seleção francesa está cada vez mais perto de uma definição de “dinastia”. Na meia-final contra a Espanha, vão “estrear-se” pela primeira vez num relvado coberto.

Espanha: espera de dezasseis anos, duas “mortes” no fim
O segundo 1/4 de final desenrola-se em Los Angeles. Aos 30 minutos, o remate de Olmo é travado; Fabian Ruiz antecipa-se e conclui com um remate em segunda linha. Aos 41 minutos, De Ketelaere empata de cabeça — este golo põe fim ao recorde histórico da Espanha no Mundial: 650 minutos consecutivos sem sofrer golos. Aos 88 minutos, Merino entra como suplente e segue a jogada, concluindo em segunda tentativa — 2-1 e tudo decidido. Passados 16 anos, a Espanha regressa ao Top 4 do Mundial. Do golo decisivo aos 91 minutos nos oitavos contra Portugal, ao golo decisivo aos 88 minutos nos quartos contra a Bélgica — esta Espanha já não tem apenas o controlo de bola; tem também o instinto de “matar” o jogo. Nas meias-finais, vão defrontar o seu velho adversário, a França — uma cimeira europeia de alto nível está prestes a acontecer.

Inglaterra: oito anos de espera, virada no prolongamento
O terceiro 1/4 de final tem lugar em Miami. Aos 36 minutos, Sverdrup combina remate com passe e dispara um golo monumental, colocando a Noruega em vantagem por 1-0. No tempo de compensação do primeiro tempo, Bellingham, após fintar dentro da área, empurra a bola para empatar. No prolongamento, aos 93 minutos, Rogers, chamado do banco, desfere um remate de longe que faz o guarda-redes falhar o controlo; Bellingham aparece com oportunismo e faz o remate de segunda — bis para 2-1. A Inglaterra regressa ao Top 4 do Mundial após oito anos, conquistando pela quarta vez na história. Bellingham já marcou 6 golos esta edição, empatando o recorde de golos numa edição do Mundial que era mantido por Lineker e Kane para jogadores ingleses. Aos 120 jogos pela seleção, Kane iguala Rooney e fica empatado no segundo lugar histórico; Pickford realiza a sua 18.ª participação num Mundial e torna-se o primeiro da história da equipa a alcançar esse número. O selecionador Tuchel torna-se no primeiro treinador estrangeiro a levar a seleção masculina inglesa ao Top 4 do Mundial. Nas meias-finais contra a Argentina — a repetição da final do Mundial de 1966 — uma rivalidade que atravessa sessenta anos vai ganhar novo capítulo. Desta vez, o guião será reescrito?

Argentina: genética de campeão, quebra do destino no prolongamento
O último 1/4 de final joga-se em Kansas City. Aos 10 minutos, Messi cobra um pontapé de canto; Mac Allister, no primeiro poste, faz um “voltar o olhar” com a cabeça e marca. Aos 67 minutos, Endoye empata num remate a um ângulo apertado. Aos 72 minutos, Embolo cai dentro da área e é considerado simulação; com duas cartas amarelas transformadas numa vermelha, é expulso. Ao fim dos 90 minutos, 1-1, e o jogo entra no prolongamento. No prolongamento, Alvaréz e Lautaro marcam um após o outro — a Argentina vence 3-1 a Suíça reduzida a dez e elimina-a, alcançando o Top 4 pela segunda edição consecutiva. Messi, nesta edição do Mundial, já forneceu várias assistências e, agora, é oficialmente consagrado como o recordista de assistências na história do Mundial. A Argentina viveu reviravoltas ou prolongamentos em duas rondas seguidas a eliminar — o mais assustador desta equipa nunca foi a força no papel, mas sim a energia de não quebrar quando está no limite. Nas meias-finais contra a Inglaterra, o adversário da primeira aparição da Argentina no topo do mundo na final do Mundial de 1966 — desta vez, o enredo vai mudar?

O Top 4 está fechado, e a Taça espera o anfitrião. A França é a mais estável, a Espanha a mais resiliente, a Inglaterra a mais “dura” e a Argentina a mais implacável. Quatro equipas, quatro personalidades: cada uma percorreu um caminho diferente para se encontrar no mesmo destino. Nas meias-finais, Dallas e Miami. Duas partidas: apenas dois lugares na final — para quatro equipas campeãs. Para alguns, a última dança ainda continua; para outros, a juventude está prestes a florescer. O mais fascinante do Mundial — nunca sabes como o próximo capítulo será escrito, mas sabes que vai ser, sem dúvida, inesquecível.
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ThisIsTranslateContent:
· 6h atrás
坚定HODL💎
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· 6h atrás
Junta-te já! 🚗
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ybaser
· 22h atrás
À Lua 🌕
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ybaser
· 22h atrás
À Lua 🌕
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HighAmbition
· 23h atrás
Vai lá 👊
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Venüs_
· 07-12 09:25
À Lua 🌕
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Venüs_
· 07-12 09:25
2026 GOGOGO 👊
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