CEO da Associação de Pagamentos Electrónicos: a colaboração de novas empresas com a Bitcoin é apenas o começo; a BitPay já entrou em campo primeiro

代表 Visa、MasterCard、Amazon e PayPal, entre outros gigantes, a CEO da Electronic Transactions Association (ETA), Jason Oxman, afirmou que o potencial disruptivo do Bitcoin está a ser reconhecido pela indústria, e que haverá cada vez mais parcerias entre os operadores tradicionais de pagamentos e startups de Bitcoin.
(Antecedentes: o CFO do PayPal disse: o Bitcoin pode tornar-se a próxima ferramenta de pagamento em alta)
(Contexto adicional: principal distribuidor líder mundial do ranking Fortune 500 de IC, em parceria com a BitPay “aceita oficialmente pagamentos em Bitcoin”)

Índice

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  • A BitPay entra primeiro, abrindo as portas aos gigantes dos pagamentos
  • A educação inicial do Bitcoin pela Bitcoin Foundation foi decisiva
  • Nem ignorar o Bitcoin, nem ficar obcecado
  • Lembretes sobre regulação: não ter pressa em aplicar regras

Representante da Electronic Transactions Association (ETA), que agrega gigantes de pagamentos como Visa, MasterCard, Amazon e PayPal, já não trata o Bitcoin como ruído de fundo. O CEO da associação, Jason Oxman, disse numa entrevista exclusiva à CoinDesk que a indústria tradicional de pagamentos está a ver o potencial disruptivo do Bitcoin e que as colaborações com startups de Bitcoin serão cada vez mais frequentes.

A BitPay entra primeiro, abrindo as portas aos gigantes dos pagamentos

Em agosto de 2014, a ETA anunciou que aceitou a BitPay como o primeiro membro da associação de empresas de pagamentos em Bitcoin. O fornecedor de soluções de pagamentos em Bitcoin com sede em Atlanta é a primeira empresa de moeda virtual a aderir formalmente à associação. No comunicado, a ETA indicou de forma explícita a sua expectativa de “haver mais colaborações deste tipo no futuro”.

Oxman, ao usar a adesão da BitPay como exemplo, sublinhou que a ETA “não vai ignorar a inovação”, e afirmou que a associação está a moldar uma imagem de “disposição para colaborar com novas tecnologias e startups”, na qual naturalmente se incluem também empresas ligadas ao Bitcoin. Acrescentou ainda que a escolha dos parceiros depende, sobretudo, da procura do mercado:

“Em essência, a nossa indústria promove transacções electrónicas e essas transacções são efectuadas nas formas que os clientes ou os comerciantes considerarem mais adequadas.”

A educação inicial do Bitcoin pela Bitcoin Foundation foi decisiva

Oxman referiu que a Bitcoin Foundation teve um papel fundamental em ajudar a ETA a compreender as vantagens do Bitcoin. Ele mencionou em particular uma apresentação em eventos da ETA feita por Patrick Murck, consultor jurídico-geral da Bitcoin Foundation em 2013: Murck conseguiu levar a argumentação empresarial do Bitcoin para o campo de visão da associação, fazendo com que os membros começassem a ver o Bitcoin como “um desenvolvimento interessante na indústria”.

Isto também explica por que razão a BitPay foi apenas o começo: depois de a percepção interna mudar, a entrada de mais startups de Bitcoin tornou-se inevitável.

Nem ignorar o Bitcoin, nem ficar obcecado

Oxman enfatizou que a ETA não favorece o Bitcoin, nem assume uma posição negativa em relação a outras tecnologias; o seu apoio abrange todas as formas de transacções electrónicas. No entanto, ele também salientou que a ecologia competitiva da indústria de pagamentos está a mudar:

  • Pagamentos tradicionais: Visa, MasterCard, PayPal, entre outros, já criaram redes de transacções enormes
  • Pagamentos em Bitcoin: startups como BitPay e Coinbase Commerce fornecem liquidação imediata e pagamentos transfronteiriços sem fricção
  • Modelos híbridos: cada vez mais processadores de pagamentos aceitam simultaneamente moeda fiduciária e criptomoedas

Em contraste com o mercado taiwanês, lojas de conveniência e supermercados já suportam carteiras digitais e pagamentos móveis de forma generalizada, mas os pagamentos em Bitcoin ainda se encontram na fase de levantamento em exchanges. A postura aberta da ETA sugere que a possibilidade de integrar o Bitcoin nos circuitos tradicionais de pagamentos no futuro está a aumentar.

Lembretes sobre regulação: não ter pressa em aplicar regras

Oxman também comentou a observação feita sobre a proposta de BitLicense da Autoridade de Serviços Financeiros de Nova Iorque (NYDFS). Disse que a regulação de qualquer nova tecnologia de pagamentos deve preocupar-se com a protecção do consumidor, mas que “não se deve aplicar regras de forma reflexa só por ser algo novo”. Ele recomendou que os reguladores compreendam profundamente o sistema do Bitcoin, o funcionamento da blockchain e como os processadores de Bitcoin protegem os consumidores e os comerciantes.

Esta perspectiva merece servir de referência para outros países: actualmente, as regulações sobre Bitcoin e criptomoedas promovidas pelo banco central de Taiwan são, em grande medida, baseadas em “regular primeiro e verificar depois”, faltando uma investigação aprofundada sobre os próprios mecanismos da blockchain. O alerta de Oxman aplica-se igualmente aos países que estejam a elaborar políticas de criptomoedas.

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