🌍 (16 de julho) A Força-Tarefa de Ação Financeira (FATF) apela ao fecho de lacunas regulamentares à medida que os riscos de financiamento ilícito de ativos virtuais se tornam mais complexos


✳️ 83% das jurisdições já implementaram legislação sobre a regra de viagem—acima dos 73% em 2025—com mais 11 em curso para implementação e reporte.
✳️ Foi reportado progresso geral na regulamentação de AML/CFT e nas ações de supervisão, mas muitas jurisdições têm dificuldades em traduzir quadros legais em supervisão e aplicação eficazes na prática.
✳️ As jurisdições continuam a enfrentar dificuldades na identificação de indivíduos e entidades que realizam atividades de VASP, e aquelas com quadros de proibição enfrentam dificuldades na identificação e na sanção de atividades ilícitas.
✳️ Os grupos do crime organizado estão a explorar lacunas regulamentares para movimentar milhares de milhões em proveitos ilícitos através de ativos virtuais, com a atividade a tornar-se mais complexa e interligada.
✳️ Os esquemas criminosos incluem centros de burlas ligados a crime organizado, burlas de “pig-butchering”, roubo cibernético relacionado com a DPRK, financiamento do terrorismo e evasão a sanções.
✳️ A utilização crescente e abusiva de IA no crime relacionado com ativos virtuais, incluindo deepfakes, identidades sintéticas e burlas de recrutamento potenciadas por IA.
✳️ O uso indevido de stablecoins por agentes ilícitos aumentou significativamente; a maior parte da atividade ilícita identificada on-chain agora envolve stablecoins, com riscos emergentes de stablecoins proprietárias concebidas para resistir ao congelamento e à apreensão de ativos.
✳️ Casos-chave: um conglomerado com base no Camboja lavou mais de $4B entre 2021–2025, servindo tanto o crime organizado como o roubo cibernético da DPRK; uma rede espanhola lavou €460M a partir de mais de 5.000 vítimas.
✳️ As jurisdições com atividade VASP materialmente importante representam aproximadamente 97% do mercado global de ativos virtuais.
✳️ As ações prioritárias incluem reforçar a supervisão baseada em risco, melhorar a implementação da regra de viagem, reforçar a cooperação internacional e abordar riscos provenientes de stablecoins, VASPs offshore, carteiras não alojadas e plataformas DeFi.
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