De acordo com a Galaxy Research, a dificuldade de mineração do Bitcoin caiu 10,09% durante o fim de semana (15 de junho), passando de 138,96 trilhões para 124,93 trilhões na altura do bloco 953.568. O ajuste figura como a 11ª maior queda na história da rede e o segundo maior corte de 2026. A retração veio após uma piora acentuada na economia dos mineradores depois que o Bitcoin caiu cerca de 15% em junho, forçando alguns operadores a desligarem máquinas que já não eram mais lucrativas nos custos atuais de energia e hardware.
O corte na dificuldade melhora imediatamente a receita dos mineradores que permanecem online. O Hashprice, uma métrica-chave da receita dos mineradores por unidade de poder computacional, se recuperou para US$ 32,31 por petahash por dia no domingo, depois de ter despencado para $20s mais alto no início de junho. No entanto, mesmo com o ajuste, a mineração continua pressionada. Segundo a Checkonchain, o custo médio de produção do Bitcoin estava em aproximadamente US$ 84.300 em 13 de junho, enquanto o preço à vista ficava perto de US$ 63.780, deixando grande parte da rede no prejuízo no modelo all-in, apesar do alívio de curto prazo.