De acordo com a Korea Exchange, em 22 de julho, as cinco principais empreiteiras de defesa da Coreia do Sul — Hanwha Aerospace, LIG Defense & Aerospace, Hyundai Rotem, Korea Aerospace Industries e Hanwha Systems — registraram um ganho médio, no acumulado do ano, de 11,68% até aquela data. No entanto, isso ficou muito aquém da alta de 56,58% do KOSPI no mesmo período, representando uma defasagem de 44 pontos percentuais.
As ações individuais recuaram fortemente em relação aos picos de março e abril: a Hanwha Aerospace caiu 47,52% em relação ao seu topo de 1,713 milhão de won, a LIG Defense recuou 39,89% em relação a 1,118 milhão de won e a Hyundai Rotem caiu 45,71% em relação a 280.000 won. Analistas atribuíram a fraqueza ao atraso na chegada de novos pedidos do Oriente Médio em meio ao conflito em andamento, iniciado em 28 de fevereiro, além de resultados do 2T mais fracos. Corretoras esperam uma retomada no 2S 2026 se a visibilidade dos pedidos melhorar, com a Hanwha Aerospace bem posicionada para se beneficiar da demanda europeia por canhões autopropulsados K9 e por sistemas avançados de defesa aérea.