Um mesmo princípio universal apontado repetidamente por diferentes sistemas de sabedoria. Percebi uma coisa gradualmente: psicologia, física, filosofia, taoismo, budismo, não estão a dizer coisas diferentes, mas a usar línguas diferentes para descrever o mesmo conjunto de leis fundamentais. Esta alta sobreposição não pode ser coincidência, é mais parecida com uma projeção da verdade do universo em diferentes dimensões. Após analisar esses conteúdos minuciosamente, pode-se resumir em três princípios centrais. Um, o mundo exterior, na sua essência, é um espelho interno. Todos os sistemas enfatizam repetidamente a mesma coisa: na psicologia chama-se projeção, na física fala-se do efeito observador, no budismo diz-se que o mundo surge da mente, no taoismo que tudo é criado pela mente. Você não está a “ver” o mundo, mas a “manifestar” o mundo. Como você entende o mundo, assim ele responderá a você. O mundo não é neutro, é um eco da sua estrutura interior. Dois, quanto mais apegado, mais difícil de obter; a verdadeira obtenção vem do desapego. Aqui também surge uma surpreendente consistência: psicologia: quanto mais profundo o apego, mais distorcida a ação. Física: excesso de energia potencial, o sistema torna-se instável. Budismo: a dor vem do apego, a libertação vem do desapego. Taoismo: forçar leva à perda, seguir o fluxo leva ao sucesso. Desapegar não é abandonar o controlo, mas parar de controlar erroneamente. Quando o ego não agarra desesperadamente o volante, há espaço para uma ordem maior intervir. Uma frase do zen que revela a chave: quando esqueces a lua, é aí que a encontras. O taoismo dá a resposta com quatro palavras: 无为而至 (não fazer, e assim chegar). Três, a verdadeira força vem do “alinhamento”. O estado mais forte do ser humano não é lutar desesperadamente, mas estar em consonância. Psicologia chama-se autossatisfação, budismo chama-se atenção plena, taoismo chama-se agir de acordo com o fluxo, física usa a frequência consistente, Wang Yangming chama-se unidade de conhecimento e ação. Quando o teu pensamento, emoções, corpo e ações estão na mesma linha, não precisas de esforço, as coisas acontecem por si só. Essa sensação é como se o destino te empurrasse suavemente pelas costas, deixando de depender de uma vontade linear para suportar a vida, entrando num estado de “fluxo” que te sustenta. Conclusão: tu não és uma peça, mas a fonte. Quando estas pistas se juntam, a conclusão torna-se extremamente clara: todos os sistemas de sabedoria estão a dizer-nos a mesma coisa: tu não és uma peça do destino, tu és — o ponto de partida da consciência, a fonte de energia, o lançador de escolhas. Quando te alinhás, o mundo alinha-se naturalmente contigo.
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Um mesmo princípio universal apontado repetidamente por diferentes sistemas de sabedoria. Percebi uma coisa gradualmente: psicologia, física, filosofia, taoismo, budismo, não estão a dizer coisas diferentes, mas a usar línguas diferentes para descrever o mesmo conjunto de leis fundamentais. Esta alta sobreposição não pode ser coincidência, é mais parecida com uma projeção da verdade do universo em diferentes dimensões. Após analisar esses conteúdos minuciosamente, pode-se resumir em três princípios centrais. Um, o mundo exterior, na sua essência, é um espelho interno. Todos os sistemas enfatizam repetidamente a mesma coisa: na psicologia chama-se projeção, na física fala-se do efeito observador, no budismo diz-se que o mundo surge da mente, no taoismo que tudo é criado pela mente. Você não está a “ver” o mundo, mas a “manifestar” o mundo. Como você entende o mundo, assim ele responderá a você. O mundo não é neutro, é um eco da sua estrutura interior. Dois, quanto mais apegado, mais difícil de obter; a verdadeira obtenção vem do desapego. Aqui também surge uma surpreendente consistência: psicologia: quanto mais profundo o apego, mais distorcida a ação. Física: excesso de energia potencial, o sistema torna-se instável. Budismo: a dor vem do apego, a libertação vem do desapego. Taoismo: forçar leva à perda, seguir o fluxo leva ao sucesso. Desapegar não é abandonar o controlo, mas parar de controlar erroneamente. Quando o ego não agarra desesperadamente o volante, há espaço para uma ordem maior intervir. Uma frase do zen que revela a chave: quando esqueces a lua, é aí que a encontras. O taoismo dá a resposta com quatro palavras: 无为而至 (não fazer, e assim chegar). Três, a verdadeira força vem do “alinhamento”. O estado mais forte do ser humano não é lutar desesperadamente, mas estar em consonância. Psicologia chama-se autossatisfação, budismo chama-se atenção plena, taoismo chama-se agir de acordo com o fluxo, física usa a frequência consistente, Wang Yangming chama-se unidade de conhecimento e ação. Quando o teu pensamento, emoções, corpo e ações estão na mesma linha, não precisas de esforço, as coisas acontecem por si só. Essa sensação é como se o destino te empurrasse suavemente pelas costas, deixando de depender de uma vontade linear para suportar a vida, entrando num estado de “fluxo” que te sustenta. Conclusão: tu não és uma peça, mas a fonte. Quando estas pistas se juntam, a conclusão torna-se extremamente clara: todos os sistemas de sabedoria estão a dizer-nos a mesma coisa: tu não és uma peça do destino, tu és — o ponto de partida da consciência, a fonte de energia, o lançador de escolhas. Quando te alinhás, o mundo alinha-se naturalmente contigo.