Chai Corporation, ex-CEO e acusado no caso Terra·Luna, Shin Hyun-sung, compareceu ao primeiro julgamento em 30 de outubro e reagiu veementemente às acusações da acusação. Os advogados de Shin destacaram que já passaram 3 anos desde que seu cliente se distanciou comercialmente do CEO da Terraform Labs, Do Kwon, e argumentaram que as acusações apresentadas carecem de fundamentos legais.
Argumentos legais de Shin Hyun-sung e contra-argumentos
Os advogados de Shin afirmaram na audiência que ativos virtuais não possuem, no sentido tradicional, características de valores mobiliários. Além disso, apontaram que, na época, o ambiente regulatório na Coreia do Sul não continha disposições explícitas que proibissem serviços de pagamento baseados em ativos virtuais. Essa estratégia é interpretada como uma tentativa de se defender de possíveis violações legais na época.
Ênfase na separação de negócios com Do Kwon
Shin enfatiza que rompeu com Do Kwon e a Terraform Labs há mais de 3 anos. Durante o julgamento, ele reiterou essa separação, tentando dissociar sua responsabilidade do colapso do Terra. Essa estratégia parece visar a isolar Shin das acusações relacionadas ao colapso.
Alegações contundentes da acusação
A acusação aplicou múltiplas acusações contra Shin Hyun-sung e outros réus. Desde fraude, abuso de confiança, desfalque, até violações da Lei do Mercado de Capitais, da Lei de Transações Financeiras Eletrônicas e da Lei de Informação Financeira Específica, as acusações são abrangentes. A acusação estima que os réus, incluindo Shin, obtiveram ganhos ilícitos de aproximadamente 462,9 bilhões de won, considerando essas acusações como o núcleo do processo.
A resposta de Shin na audiência e seu impacto poderão determinar o desfecho deste julgamento, atraindo atenção tanto da indústria quanto do meio jurídico.
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신현성, no tribunal, nega frontalmente as acusações de Terra e Luna
Chai Corporation, ex-CEO e acusado no caso Terra·Luna, Shin Hyun-sung, compareceu ao primeiro julgamento em 30 de outubro e reagiu veementemente às acusações da acusação. Os advogados de Shin destacaram que já passaram 3 anos desde que seu cliente se distanciou comercialmente do CEO da Terraform Labs, Do Kwon, e argumentaram que as acusações apresentadas carecem de fundamentos legais.
Argumentos legais de Shin Hyun-sung e contra-argumentos
Os advogados de Shin afirmaram na audiência que ativos virtuais não possuem, no sentido tradicional, características de valores mobiliários. Além disso, apontaram que, na época, o ambiente regulatório na Coreia do Sul não continha disposições explícitas que proibissem serviços de pagamento baseados em ativos virtuais. Essa estratégia é interpretada como uma tentativa de se defender de possíveis violações legais na época.
Ênfase na separação de negócios com Do Kwon
Shin enfatiza que rompeu com Do Kwon e a Terraform Labs há mais de 3 anos. Durante o julgamento, ele reiterou essa separação, tentando dissociar sua responsabilidade do colapso do Terra. Essa estratégia parece visar a isolar Shin das acusações relacionadas ao colapso.
Alegações contundentes da acusação
A acusação aplicou múltiplas acusações contra Shin Hyun-sung e outros réus. Desde fraude, abuso de confiança, desfalque, até violações da Lei do Mercado de Capitais, da Lei de Transações Financeiras Eletrônicas e da Lei de Informação Financeira Específica, as acusações são abrangentes. A acusação estima que os réus, incluindo Shin, obtiveram ganhos ilícitos de aproximadamente 462,9 bilhões de won, considerando essas acusações como o núcleo do processo.
A resposta de Shin na audiência e seu impacto poderão determinar o desfecho deste julgamento, atraindo atenção tanto da indústria quanto do meio jurídico.