8 de janeiro de 2026, a World Liberty Financial deu oficialmente um passo crucial na sua integração no sistema financeiro mainstream dos EUA — a sua subsidiária WLTC Holdings LLC submeteu uma candidatura à Office of the Comptroller of the Currency (OCC), buscando estabelecer um banco fiduciário nacional dedicado aos negócios de stablecoins.
Se a candidatura for aprovada, a World Liberty Trust Company será a segunda empresa de ativos digitais a possuir uma licença de banco fiduciário nacional, após a Anchorage Digital.
Este movimento marca uma aceleração na integração do setor de criptomoedas com o quadro regulatório financeiro tradicional, enquanto a stablecoin USD1, com um valor de mercado superior a 3,3 bilhões de dólares, poderá atrair mais investidores institucionais sob um ambiente regulatório mais rigoroso.
01 Progresso da candidatura
A solicitação de licença bancária da World Liberty representa um marco importante na fusão do setor de criptomoedas com o sistema financeiro tradicional. A WLTC Holdings LLC submeteu uma nova candidatura à OCC, visando estabelecer um banco fiduciário nacional chamado World Liberty Trust Company.
Esta candidatura foi classificada como uma “de novo” (de novo application), indicando a intenção de criar uma entidade bancária totalmente nova, e não adquirir uma instituição existente.
De acordo com o plano, este banco fiduciário se dedicará exclusivamente aos negócios de stablecoins, oferecendo emissão, custódia e troca de USD1. A OCC atualmente regula cerca de 60 bancos fiduciários nacionais, mas apenas a Anchorage Digital possui uma licença deste tipo.
Esta iniciativa da World Liberty está alinhada com o recentemente aprovado “Genius Act” (Lei Gênio), que criou um quadro regulatório federal para stablecoins. A empresa afirmou que a estrutura do banco fiduciário cumprirá integralmente os requisitos desta lei, marcando uma inclusão progressiva do setor de criptomoedas no sistema regulatório financeiro formal.
02 Posicionamento estratégico
A estratégia por trás da solicitação de licença de banco fiduciário nacional pela World Liberty é clara. A empresa planeja consolidar, sob esta entidade, a emissão, custódia e troca de stablecoins dentro de uma estrutura altamente regulada.
O banco proposto focará em atender clientes institucionais, incluindo exchanges de criptomoedas, market makers e fundos de investimento.
Zack Wietkoff, cofundador da World Liberty, afirmou: “A licença de banco fiduciário nos oferece um quadro regulatório federal claro, abrangendo custódia, gestão de reservas e supervisão fiduciária.”
O documento de candidatura detalha três serviços principais que o banco oferecerá: emissão e resgate de stablecoins, serviços de entrada e saída de moeda fiduciária, além de custódia e troca de ativos digitais. Notavelmente, o banco planeja não cobrar taxas iniciais, incluindo a emissão e resgate de USD1, bem como a troca entre dólares e USD1.
03 Desempenho do USD1 Stablecoin
O rápido crescimento do USD1 stablecoin fornece uma base sólida para a solicitação de licença bancária pela World Liberty. Este stablecoin lastreado em dólar atingiu uma circulação superior a 3,3 bilhões de dólares no seu primeiro ano de lançamento.
A velocidade de crescimento do USD1 está entre as maiores de todos os stablecoins históricos, demonstrando uma forte demanda de mercado por este produto.
O USD1 é apoiado por dólares mantidos por instituições financeiras reguladas e por títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo. Este stablecoin foi implementado em várias redes blockchain, incluindo Ethereum, Solana, BNB Smart Chain, TRON, Aptos e AB Core.
Esta estratégia multi-chain permite que o USD1 suporte pagamentos transfronteiriços quase instantâneos, liquidação tokenizada e pagamentos programáveis para clientes corporativos. Em agosto de 2025, a World Liberty também lançou, em parceria com a Gate, um programa de pontos USD1 para incentivar o uso de sua stablecoin.
04 Regulação e conformidade
A solicitação de licença bancária da World Liberty ocorre em um ambiente regulatório cada vez mais favorável ao setor de criptomoedas. Recentemente, o presidente Trump assinou uma lei que regula stablecoins lastreadas em dólar, oferecendo um quadro legal mais claro para o setor.
A empresa afirmou que a futura instituição bancária fiduciária cumprirá integralmente os requisitos do “Genius Act”, uma legislação importante para a regulamentação federal de stablecoins.
O projeto de lei para a World Liberty Trust Company prevê a implementação de rigorosos procedimentos de combate à lavagem de dinheiro e de sanções, além do uso de protocolos avançados de cibersegurança.
O conselheiro jurídico principal da empresa, Mike McCain, atuará como oficial fiduciário, supervisionando as operações fiduciárias. A OCC possui mais de um século de experiência na regulação de atividades fiduciárias, e a World Liberty planeja operar dentro deste quadro maduro, garantindo segregação de ativos dos clientes, gestão independente de reservas e auditorias periódicas.
05 Impacto de mercado e tendências do setor
A solicitação de licença bancária da World Liberty reflete uma tendência maior de aceleração na integração entre o setor de criptomoedas e o sistema financeiro tradicional. Recentemente, várias empresas de criptomoedas, incluindo Coinbase, Ripple, Paxos e BitGo, solicitaram ou receberam aprovações preliminares de órgãos reguladores bancários.
Essa tendência tem despertado cautela por parte dos bancos tradicionais, que veem nisso uma tentativa de empresas de ativos digitais obterem legitimidade federal sem assumir todas as obrigações de um banco estatal.
Mike Belshe, CEO da BitGo, afirmou: “A BitGo tem orgulho de apoiar o crescimento rápido do USD1, que ultrapassou 3,3 bilhões de dólares no seu primeiro ano.” Essa parceria demonstra uma colaboração crescente entre fornecedores de infraestrutura financeira tradicional e inovadores de criptomoedas.
De modo geral, o setor de criptomoedas está se tornando mais maduro, com retornos cada vez mais estáveis, semelhantes aos de fundos do mercado monetário e títulos do Tesouro de curto prazo. Com maior liquidez, redução de oportunidades de arbitragem e maior participação, os principais produtos de criptomoedas estão passando de fontes de alfa para infraestrutura financeira.
06 Desempenho do token WLFI
Coincidente com a notícia da solicitação de licença bancária, o token nativo da World Liberty Financial, WLFI, apresenta desempenho de mercado. Em 8 de janeiro de 2026, o preço de negociação do WLFI era de 0,1695 dólares.
O valor de mercado do token é aproximadamente 4,53 bilhões de dólares, com volume de negociação de 124,15 milhões de dólares nas últimas 24 horas. Apesar de ter caído do pico histórico de 0,46 dólares em 1 de setembro de 2025, mantém-se relativamente estável no cenário atual.
O token WLFI foi inicialmente projetado como um token de governança não transferível, mas posteriormente tornou-se negociável por meio de propostas de governança comunitária. A oferta circulante é de 26,73 bilhões de tokens, com uma oferta máxima de 100 bilhões.
Vale destacar que a World Liberty continua expandindo ativamente seu portfólio de ativos digitais. Segundo uma postagem na Gate.io, a empresa adquiriu recentemente tokens SEI no valor de 100 mil dólares. Esses investimentos estratégicos demonstram confiança em tokens e ecossistemas específicos, mesmo diante de uma tendência de mercado em declínio.
Perspectivas futuras
O setor de criptomoedas está de frente para a porta do sistema financeiro tradicional, e a solicitação de licença de banco fiduciário nacional pela World Liberty é apenas um exemplo dessa transformação. Desde a obtenção da primeira licença pela Anchorage Digital até o avanço de empresas como Coinbase e Ripple, os bancos fiduciários nacionais estão se tornando um ponto de convergência entre empresas de criptomoedas e o sistema regulatório tradicional.
Com a circulação do stablecoin USD1 ultrapassando 3,3 bilhões de dólares, e o token WLFI sendo negociado em centenas de exchanges, o ecossistema financeiro construído pela World Liberty já está em fase de consolidação. O documento de candidatura na OCC não representa apenas o futuro de uma empresa, mas também indica a direção de como os ativos digitais ingressarão no mainstream financeiro.
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World Liberty solicita oficialmente licença bancária nacional: a indústria de criptomoedas avança para a regulamentação mainstream?
8 de janeiro de 2026, a World Liberty Financial deu oficialmente um passo crucial na sua integração no sistema financeiro mainstream dos EUA — a sua subsidiária WLTC Holdings LLC submeteu uma candidatura à Office of the Comptroller of the Currency (OCC), buscando estabelecer um banco fiduciário nacional dedicado aos negócios de stablecoins.
Se a candidatura for aprovada, a World Liberty Trust Company será a segunda empresa de ativos digitais a possuir uma licença de banco fiduciário nacional, após a Anchorage Digital.
Este movimento marca uma aceleração na integração do setor de criptomoedas com o quadro regulatório financeiro tradicional, enquanto a stablecoin USD1, com um valor de mercado superior a 3,3 bilhões de dólares, poderá atrair mais investidores institucionais sob um ambiente regulatório mais rigoroso.
01 Progresso da candidatura
A solicitação de licença bancária da World Liberty representa um marco importante na fusão do setor de criptomoedas com o sistema financeiro tradicional. A WLTC Holdings LLC submeteu uma nova candidatura à OCC, visando estabelecer um banco fiduciário nacional chamado World Liberty Trust Company.
Esta candidatura foi classificada como uma “de novo” (de novo application), indicando a intenção de criar uma entidade bancária totalmente nova, e não adquirir uma instituição existente.
De acordo com o plano, este banco fiduciário se dedicará exclusivamente aos negócios de stablecoins, oferecendo emissão, custódia e troca de USD1. A OCC atualmente regula cerca de 60 bancos fiduciários nacionais, mas apenas a Anchorage Digital possui uma licença deste tipo.
Esta iniciativa da World Liberty está alinhada com o recentemente aprovado “Genius Act” (Lei Gênio), que criou um quadro regulatório federal para stablecoins. A empresa afirmou que a estrutura do banco fiduciário cumprirá integralmente os requisitos desta lei, marcando uma inclusão progressiva do setor de criptomoedas no sistema regulatório financeiro formal.
02 Posicionamento estratégico
A estratégia por trás da solicitação de licença de banco fiduciário nacional pela World Liberty é clara. A empresa planeja consolidar, sob esta entidade, a emissão, custódia e troca de stablecoins dentro de uma estrutura altamente regulada.
O banco proposto focará em atender clientes institucionais, incluindo exchanges de criptomoedas, market makers e fundos de investimento.
Zack Wietkoff, cofundador da World Liberty, afirmou: “A licença de banco fiduciário nos oferece um quadro regulatório federal claro, abrangendo custódia, gestão de reservas e supervisão fiduciária.”
O documento de candidatura detalha três serviços principais que o banco oferecerá: emissão e resgate de stablecoins, serviços de entrada e saída de moeda fiduciária, além de custódia e troca de ativos digitais. Notavelmente, o banco planeja não cobrar taxas iniciais, incluindo a emissão e resgate de USD1, bem como a troca entre dólares e USD1.
03 Desempenho do USD1 Stablecoin
O rápido crescimento do USD1 stablecoin fornece uma base sólida para a solicitação de licença bancária pela World Liberty. Este stablecoin lastreado em dólar atingiu uma circulação superior a 3,3 bilhões de dólares no seu primeiro ano de lançamento.
A velocidade de crescimento do USD1 está entre as maiores de todos os stablecoins históricos, demonstrando uma forte demanda de mercado por este produto.
O USD1 é apoiado por dólares mantidos por instituições financeiras reguladas e por títulos do Tesouro dos EUA de curto prazo. Este stablecoin foi implementado em várias redes blockchain, incluindo Ethereum, Solana, BNB Smart Chain, TRON, Aptos e AB Core.
Esta estratégia multi-chain permite que o USD1 suporte pagamentos transfronteiriços quase instantâneos, liquidação tokenizada e pagamentos programáveis para clientes corporativos. Em agosto de 2025, a World Liberty também lançou, em parceria com a Gate, um programa de pontos USD1 para incentivar o uso de sua stablecoin.
04 Regulação e conformidade
A solicitação de licença bancária da World Liberty ocorre em um ambiente regulatório cada vez mais favorável ao setor de criptomoedas. Recentemente, o presidente Trump assinou uma lei que regula stablecoins lastreadas em dólar, oferecendo um quadro legal mais claro para o setor.
A empresa afirmou que a futura instituição bancária fiduciária cumprirá integralmente os requisitos do “Genius Act”, uma legislação importante para a regulamentação federal de stablecoins.
O projeto de lei para a World Liberty Trust Company prevê a implementação de rigorosos procedimentos de combate à lavagem de dinheiro e de sanções, além do uso de protocolos avançados de cibersegurança.
O conselheiro jurídico principal da empresa, Mike McCain, atuará como oficial fiduciário, supervisionando as operações fiduciárias. A OCC possui mais de um século de experiência na regulação de atividades fiduciárias, e a World Liberty planeja operar dentro deste quadro maduro, garantindo segregação de ativos dos clientes, gestão independente de reservas e auditorias periódicas.
05 Impacto de mercado e tendências do setor
A solicitação de licença bancária da World Liberty reflete uma tendência maior de aceleração na integração entre o setor de criptomoedas e o sistema financeiro tradicional. Recentemente, várias empresas de criptomoedas, incluindo Coinbase, Ripple, Paxos e BitGo, solicitaram ou receberam aprovações preliminares de órgãos reguladores bancários.
Essa tendência tem despertado cautela por parte dos bancos tradicionais, que veem nisso uma tentativa de empresas de ativos digitais obterem legitimidade federal sem assumir todas as obrigações de um banco estatal.
Mike Belshe, CEO da BitGo, afirmou: “A BitGo tem orgulho de apoiar o crescimento rápido do USD1, que ultrapassou 3,3 bilhões de dólares no seu primeiro ano.” Essa parceria demonstra uma colaboração crescente entre fornecedores de infraestrutura financeira tradicional e inovadores de criptomoedas.
De modo geral, o setor de criptomoedas está se tornando mais maduro, com retornos cada vez mais estáveis, semelhantes aos de fundos do mercado monetário e títulos do Tesouro de curto prazo. Com maior liquidez, redução de oportunidades de arbitragem e maior participação, os principais produtos de criptomoedas estão passando de fontes de alfa para infraestrutura financeira.
06 Desempenho do token WLFI
Coincidente com a notícia da solicitação de licença bancária, o token nativo da World Liberty Financial, WLFI, apresenta desempenho de mercado. Em 8 de janeiro de 2026, o preço de negociação do WLFI era de 0,1695 dólares.
O valor de mercado do token é aproximadamente 4,53 bilhões de dólares, com volume de negociação de 124,15 milhões de dólares nas últimas 24 horas. Apesar de ter caído do pico histórico de 0,46 dólares em 1 de setembro de 2025, mantém-se relativamente estável no cenário atual.
O token WLFI foi inicialmente projetado como um token de governança não transferível, mas posteriormente tornou-se negociável por meio de propostas de governança comunitária. A oferta circulante é de 26,73 bilhões de tokens, com uma oferta máxima de 100 bilhões.
Vale destacar que a World Liberty continua expandindo ativamente seu portfólio de ativos digitais. Segundo uma postagem na Gate.io, a empresa adquiriu recentemente tokens SEI no valor de 100 mil dólares. Esses investimentos estratégicos demonstram confiança em tokens e ecossistemas específicos, mesmo diante de uma tendência de mercado em declínio.
Perspectivas futuras
O setor de criptomoedas está de frente para a porta do sistema financeiro tradicional, e a solicitação de licença de banco fiduciário nacional pela World Liberty é apenas um exemplo dessa transformação. Desde a obtenção da primeira licença pela Anchorage Digital até o avanço de empresas como Coinbase e Ripple, os bancos fiduciários nacionais estão se tornando um ponto de convergência entre empresas de criptomoedas e o sistema regulatório tradicional.
Com a circulação do stablecoin USD1 ultrapassando 3,3 bilhões de dólares, e o token WLFI sendo negociado em centenas de exchanges, o ecossistema financeiro construído pela World Liberty já está em fase de consolidação. O documento de candidatura na OCC não representa apenas o futuro de uma empresa, mas também indica a direção de como os ativos digitais ingressarão no mainstream financeiro.