Conte uma história sobre casamento: uma mulher divorciou-se duas vezes, e as razões de cada divórcio foram por não suportar violência doméstica grave. Após o segundo divórcio, ela achava que os homens não eram boas pessoas. No entanto, apareceu um homem gentil e sincero, que a procurou seriamente. Ela ficou comovida e, assim, os dois se casaram. Os amigos ficaram felizes por ela, achando que finalmente poderia ter uma vida boa.
Surpreendentemente, na segunda semana de casamento, ela foi novamente ferida. Os amigos correram até a casa dela, questionando o marido e perguntando por que ele não valorizava ela. No entanto, um amigo psicólogo, após uma investigação cuidadosa, revelou a verdade por trás da situação.
Acontece que, por uma discussão trivial, os dois começaram a brigar cada vez mais intensamente. A mulher começou a gritar histérica: “Você quer me bater? Bate! Se não bater, não é homem!” O marido respondeu inicialmente com calma: “Hoje estamos brigando, mas normalmente não faço isso, como poderia te bater?” No entanto, ela continuou provocando, e o marido, finalmente, perdeu o controle, ficou com a cabeça vazia e deu um soco.
Esse episódio reflete que, no subconsciente, essa mulher pode estar repetidamente “chamando a tragédia”. Apesar de buscar a felicidade na superfície, ela estava, na verdade, testando sua crença de que: os homens sempre vão cometer violência. Esse padrão subconsciente impulsionou seu comportamento e palavras, provocando a agressividade do marido. Após ser
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Conte uma história sobre casamento: uma mulher divorciou-se duas vezes, e as razões de cada divórcio foram por não suportar violência doméstica grave. Após o segundo divórcio, ela achava que os homens não eram boas pessoas. No entanto, apareceu um homem gentil e sincero, que a procurou seriamente. Ela ficou comovida e, assim, os dois se casaram. Os amigos ficaram felizes por ela, achando que finalmente poderia ter uma vida boa.
Surpreendentemente, na segunda semana de casamento, ela foi novamente ferida. Os amigos correram até a casa dela, questionando o marido e perguntando por que ele não valorizava ela. No entanto, um amigo psicólogo, após uma investigação cuidadosa, revelou a verdade por trás da situação.
Acontece que, por uma discussão trivial, os dois começaram a brigar cada vez mais intensamente. A mulher começou a gritar histérica: “Você quer me bater? Bate! Se não bater, não é homem!” O marido respondeu inicialmente com calma: “Hoje estamos brigando, mas normalmente não faço isso, como poderia te bater?” No entanto, ela continuou provocando, e o marido, finalmente, perdeu o controle, ficou com a cabeça vazia e deu um soco.
Esse episódio reflete que, no subconsciente, essa mulher pode estar repetidamente “chamando a tragédia”. Apesar de buscar a felicidade na superfície, ela estava, na verdade, testando sua crença de que: os homens sempre vão cometer violência. Esse padrão subconsciente impulsionou seu comportamento e palavras, provocando a agressividade do marido. Após ser