A crise energética está a piorar


➡️ O CEO da Shell, Wael Sawan, alertou que a escassez de petróleo e GNL pode durar meses e potencialmente até 2027, com cerca de 900 milhões de barris de petróleo já perdidos nos últimos dois meses
➡️ Os inventários foram utilizados para preencher a lacuna, mas esses buffers estão agora a diminuir
➡️ A Enterprise Products Partners também alertou que os mercados podem estar a subestimar o impacto de um encerramento prolongado do Estreito de Hormuz
Dependendo do cenário, entre 12 milhões e 15 milhões de barris por dia de petróleo bruto, produtos refinados, propano e fornecimento petroquímico podem ser restringidos
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A perturbação está agora a espalhar-se para além dos mercados de energia:
➡️ A Califórnia está a enfrentar uma pressão severa no combustível de aviação, com exportações asiáticas para o estado perto dos mínimos de uma década
➡️ O Japão enfrenta riscos de abastecimento para fornecedores da Toyota, com preocupações em relação a produtos derivados de nafta e alumínio. Mesmo que o Estreito reabra, as escassezes podem durar meses
➡️ O Peru pode precisar de mais do que $2B em financiamento privado para evitar escassezes de combustível doméstico devido ao aumento dos custos do petróleo bruto
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