No ano passado, nesta altura, eu ainda estava a alternar entre duas aplicações. De um lado estava a curva de flutuação do preço da moeda, do outro lado as tão desejadas cotações das ações americanas. O que separava isso não era apenas uma tela, mas parecia um abismo — taxas, risco de congelamento de cartões, longas esperas, cada uma delas a desencorajar.
A mudança aconteceu numa noite de trabalho extra. Terminado o projeto, já eram três da manhã, o Bitcoin tinha acabado de passar por uma onda de subida, e eu, a olhar para o preço das ações da Tesla após o mercado fechar, de repente tive um pen
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